Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº970

PRIMEIRAS EDIçõES > iG & BRASIL TELECOM

UOL News

Por lgarcia em 23/12/2003 na edição 256

iG & BRASIL TELECOM

“Reportagem do UOL News apressa ?compra? do iG pela Brasil Telecom”, copyright UOL News (http://noticias.uol.com.br/uolnews), 19/12/03

“A repórter Elvira Lobato, do jornal Folha de S. Paulo, informa hoje que em reunião realizada ontem no Rio de Janeiro, o Conselho de Administração autorizou os executivos da Brasil Telecom a preparar a oferta de compra do provedor gratuito de Internet iG.

O UOL News obteve a informação de que ontem, uma hora depois de publicar a notícia ?Brasil Telecom quer comprar por US$ 115 milhões empresa sem receita? (clique aqui para ler esta notícia), Daniel Dantas e o membro titular do Conselho de Administração da Brasil Telecom Participações Luiz Octavio da Motta Veiga formalizaram a compra do iG. Ainda não se sabe se isso se deu numa suposta assembléia de acionistas, já que não se conhece nenhum documento legal de convocação de uma assembléia da Brasil Telecom para ontem às 19h.

A reportagem do UOL News foi publicada às 17h54 de ontem.

O presidente da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), Luiz Leonardo Cantidiano, afirmou ao UOL News na tarde desta sexta-feira que ?por óbvio que a CVM está sempre acompanhando o que ocorre no mercado, pronta a atuar, pelos seus órgãos técnicos, e dentro da competência que a lei lhe defere, para evitar que atos ilegais possam ser praticados em prejuízo do mercado e de seus participantes, inclusive os acionistas minoritários?.

O UOL News perguntou nesta sexta-feira ao empresário Daniel Dantas, do Grupo Opportunity, a Luiz Octavio da Motta Veiga, membro do Conselho de Administração da Brasil Telecom, e a Carla Cico, presidente da Brasil Telecom, se eles confirmavam a realização de uma assembléia na noite de quinta-feira sobre a operação para a compra do iG. Nenhum deles respondeu até o momento.”

“PH Amorim calunia o iG”, copyright Último Segundo (http://ultimosegundo.ig.com.br), 19/12/03

“Desde que o iG nasceu há quatro anos, ele vem sendo vítima de calúnia por parte de setores da mídia brasileira. Alguns jornalistas, jornais, portais e revistas, nos primeiros anos de vida do iG, decretaram a sua falência várias vezes. Em uma das colunas de economia mais conhecidas da imprensa brasileira, chegou-se a dizer que o iG era uma página virada.

No final do ano passado, esses veículos tentaram também pressionar a Anatel para acabar com uma das importantes conquistas recentes da sociedade brasileira, o provimento de acesso livre e gratuito para a população.

Não fosse a consciência clara e cristalina de que os interesses por trás da tentativa de acabar com o provimento gratuito eram contra o progresso do País, estaria o Brasil hoje vivendo um odioso processo de retrocesso na corrida digital para a sociedade da informação.

Um dos traços mais marcantes dessa campanha sistemática e implacável contra o iG é o tom que ela adota: violento, irracional, cheio de ódio e de motivação destruidora, características psicológicas manifestas daqueles que perdem a razão e a força dos argumentos. E, como os fatos reais não autorizam o diapasão destemperado dos ataques ao iG, eles se pautam na inconsistência das mentiras e das tentativas de caluniar.

O escalado pelo UOL desta vez para envilecer o iG foi o veterano jornalista PH Amorim, que hoje em dia presta serviço a diversas causas, desde anúncios comerciais até as atividades de mestre de cerimônia de convenções e eventos provincianos. A pretexto de uma hipotética oferta de compra do iG, e em um texto tosco, sem os princípios éticos de cuidado com a veracidade do que está transmitindo aos seus eventuais leitores, com um tom descontrolado e com perguntas enviesadas que, em vez de esclarecer, procuram pressionar autoridades como o presidente da Anatel e do BNDES, o veterano jornalista se presta a espalhar boatos que possam atingir a imagem e os negócios do iG.

Descuidando-se de procedimentos elementares de apuração de fatos e em tonalidade sensacionalista que não faz juz à tradição de jornalismo que pautou a vida das casas editoras que fundaram o UOL, empresa que agora o emprega, PH Amorim diz que, consultando ?um especialista de mercado?, recurso sempre preguiçoso para não se fazer uma apuração real, a companhia a ser eventualmente adquirida, o iG, é uma ?empresa que tem zero de faturamento?. A maioria dos leitores já está vacinada contra esse tipo de artifício do jornalismo à Chateaubriand que inventa fontes para plantar notícias.

No bom jornalismo econômico, análise de performance de empresas são corriqueiras e, nas melhores práticas, trazem o nome do analista e a consultoria ou corretora que fazem a análise. Quando não se consegue o nome do analista nem o da empresa, a ética do jornalismo econômico recomenda que não se publique a análise. Se essa ética não for praticada rigorosamente pode-se entrar em um terreno do vale-tudo em que qualquer veículo teria o direito de publicar uma reportagem sobre a situação financeira do, apenas a título de exemplo, UOL, sem se preocupar em revelar quem faz a análise e a que instituição o analista pertence – informações fundamentais para que ele se credencie para a análise e para que leitor dê credibilidade à análise.

Enquanto tiver o seu salário pago pelo UOL, PH Amorim está eticamente impedido de escrever sobre o iG, pois são empresas que competem no mercado. Não existem duas éticas jornalísticas, existe uma só e ela diz que em casos de conflito de interesse o jornalista deve se abster. Se esse princípio ético irrefutável vale mesmo para as matérias que tomam todos os procedimentos de rotina que as boas práticas determinam, ele vale ainda mais em relação a um panfleto de encomenda, cujo único interesse é atingir deslealmente um concorrente no mercado. No momento em que a comunidade jornalística brasileira está debatendo a questão do conflito de interesse, o caso PH Amorim levanta mais uma faceta – talvez a mais insidiosa de todas.

Para se ter um idéia de quão tendenciosa e mal informada é a reportagem de PH Amorim, basta compará-la com a reportagem sobre o mesmo tema publicada pela repórter Elvira Lobato, na Folha de S.Paulo, jornal proprietário do UOL, em 19.12.2003, onde transparece a preocupação em seguir todos os procedimentos da apuração jornalística e de pluralidade de fontes -diferentemente de PH Amorim, que nem sequer se deu ao trabalho de telefonar para o iG para confirmar os boatos que ?apurou? sobre a companhia.

Seria ridículo tentar responder à bobagem de que o iG tem ?faturamento zero?. Se um portal como o UOL chega ao ponto de acreditar piamente que exista um analista no mercado que diz e que pode comprovar (porque se ele não puder comprovar não pode ser uma fonte confiável) que o iG tem faturamento zero; de ter em sua equipe um dos mais experientes e bem pagos jornalistas do Brasil que acredita piamente que esse informante é bom e que essa informação é boa; e que, além disso tudo, essa informação sem pé e nem cabeça mereça manchete do portal, isso, em boa parte, explica o tom de agressividade e de irracionalidade das reportagens contra o iG, pois chegou-se ao terreno do desespero de fabricar qualquer coisa para atingir o concorrente.

Não fosse a falta de talento humorístico do autor da reportagem, poderia-se até pensar que ele, de tanto servir de escada para as tiradas engraçadas do genial Zé Simão, estaria procurando criar um novo tipo de piada no jornalismo, a ?piada manchete?.

O iG não tem respondido a esses ataques descontrolados. Não é essa a missão do iG. O iG não entrou nesse negócio para destruir. O iG entrou para construir. O iG não é ódio, ressentimento, inveja. O iG é alegria, paz, crescimento. Essa nova onda de ataques ao iG tem o mesmo objetivo de sempre: tentar impedir, espalhando inverdades e mentiras, que o iG entre em um novo e mais forte ainda ciclo de crescimento.

Em apenas quatro anos, o iG se tornou o maior provedor de acesso do País – e isso incomoda muita gente – fato confirmado pela pesquisa Ibope/Pop que acaba de ser divulgada. Em apenas quatro anos, o iG se tornou um dos conteúdos de maior qualidade e de maior audiência na Internet brasileira – e isso incomoda muita gente. Em quatro anos, o iG construiu o jornalismo que é referência na Internet brasileira – e isso incomoda o monopólio da mídia tradicional brasileira. O iG é um dos maiores parceiros do comércio eletrônico e do mercado publicitário na Internet brasileira – e isso contraria muitos interesses. A cada dia que passa, o iG aumenta a sua carteira de clientes pagos – e isso deixa muita gente atemorizada. O iG chegou à casa de 16 milhões de contas de e-mail, um número que é quase do tamanho da Internet brasileira. Em um momento de concorrência acirrada, com a entrada dos provedores gratuitos da Telefônica e da Embratel, o iG acaba de ser eleito pelos leitores da revista Info Exame o provedor de acesso de melhor qualidade da Internet brasileira. Com isso, o iG quebrou o paradigma de que o que é grátis não tem qualidade – e isso se tornou insuportável para aqueles que se consideravam os donos do poder.

Do ponto de vista financeiro, o iG é uma das empresas mais saudáveis do mercado. Seus números são auditados pelas mais respeitadas empresas de auditoria. Mas o negócio do iG não é ficar divulgando números financeiros. O negócio do iG é prestar um serviço cada vez de maior qualidade para o usuário de Internet brasileira. O negócio do iG é continuar contribuindo para a democratização da Internet no Brasil. O negócio do iG é continuar inovando e apaixonando os seus internautas.

E como não se chuta cachorro morto, como diz o aforismo popular, o cachorrinho do iG continuará incomodando muita gente grande.

PS: Os números apurados até agora indicam que o iG vai faturar R$ 184 milhões em 2003.”

“iG segue na liderança como provedor de acesso”, copyright Meio & Mensagem (www.mmonline.com.br), 18/12/03

“O iG comunica que segue na liderança como provedor de acesso mais utilizado na Internet, segundo pesquisa Ibope Pop. A vantagem seria de dez pontos percentuais sobre o segundo colocado na maioria das regiões abordadas, de acordo com o estudo realizado semestralmente. A pesquisa foi realizada em oito regiões metropolitanas: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Distrito Federal, Porto Alegre, Salvador, Recife e Fortaleza.

Na categoria primeira opção de resposta, o iG alcançou 30% da preferência dos entrevistados, resultado maior do que o consolidado dos próximos quatro provedores do ranking, que ficou em 27%.”

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