Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº966

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USP e mídia, conspiração silenciosa

Por lgarcia em 05/05/1999 na edição 66

Edição de Marinilda Carvalho

Amigos, o destaque desta edição do Caderno do Leitor é a carta de Isak Bejzman sobre a conspiração de silêncio em torno da morte de um calouro durante os trotes da USP, em fevereiro. Ninguém fala ? nem a mídia. E Isak, que é médico e jornalista, protesta.

Aliás, temos um protesto generalizado aqui. Jornalistas protestam contra a profissão, leitores reclamam dos grandes jornais. Estadão, Folha, Zero Hora, Jornal do Brasil, O Dia… os leitores viram defeito em tudo!

O Observatório da Imprensa não poderia ficar de fora: estamos levando nossas bordoadas também. :-)))

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Clique sobre o trecho sublinhado para ler a íntegra da mensagem

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A USP, sua Faculdade de Medicina e os acadêmicos da faculdade criaram um novo quadro patológico que está para ser enquadrado na nomenclatura da Saúde Pública dentro das Mortes por Causas Estranhas: “Conspiração Silenciosa”. O mais grave desta nova doença é que ela é contagiosa. A imprensa brasileira está sob silêncio total, assim como silenciam sobre a morte do jovem acadêmico de Medicina o reitor da universidade, o diretor da faculdade e os acadêmicos, que estudam para exercer a mais humanista das profissões.

Como médico, jornalista, cidadão e ser humano, alerto que o assassinato do estudante de Medicina da USP em fevereiro é um fato real, cujos germes estão se espalhando.

Isak Bejzman

Parabéns ao Douglas Duarte pelo seu belo artigo.

José Rosa Filho

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Tive meu nome citado em artigo do missivista Douglas Duarte neste Observatório, o que me obriga a alguns esclarecimentos. Considero as críticas à edição do JN preconceituosas. E a autocrítica do encerramento injustamente generalizante.

William Bonner

Gostaria de ler comentários sobre a reportagem “Os porões do Brasil”, apresentada pela revista CartaCapital desta semana. Houve muita publicidade para um trabalho que me pareceu nada consistente e muito confuso. Francamente, não consegui descobrir o objetivo da tal reportagem, sobre o grampo na Polícia Federal. Por sinal, fiquei com a pulga atrás da orelha, com relação a revista. Estarei certa?

Fátima Alexandrino Branco

Nota do O.I.: Fátima, leia por favor a resposta abaixo sobre o assunto.

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Assim como temos no Dines um dos jornalistas que dignificam o exercício da profissão, pelo talento, pela coragem e pelo que ele vem representando na formação de tantas gerações, é surpreendente a falta de espaço no Observatório para as matérias mais relevantes em CartaCapital, de Mino Carta, outro jornalista dos mais inquietos e criativos da velha e boa geração. É imperdoável, como queixou-se o leitor Luiz Denis Graça Soares, a ausência de uma linha sequer sobre a matéria de Bob Fernandes, “Econômico & Ilhas Cayman ? Da Bahia ao paraíso”, edição de 31/3/99. Os leitores estão de olhos atentos, observando e exigindo uma explicação.

Rogelio Casado

Alberto Dines responde: Caro amigo, normalmente critico os erros da mídia, já que fazer bom jornalismo é obrigação dos jornalistas. Mas o Observatório é aberto a todos, é de todos. Artigos comentando CartaCapital serão bem-vindos. Saudações, A.D.

Caro Dines, a respeito deste seu quiproquó com a Folha, gostaria de enviar-lhe uma pequena ilustração, um comentário de Voltaire acerca de um adversário: “Não concordo com uma única palavra sua, mas daria minha vida para defender seu direito de dizê-las”. Sugiro, portanto, que você envie um exemplar de uma obra qualquer do notável filósofo como presente à direção da Folha. Talvez eles aprendam o que é liberdade de expressão. Saudações paulistanas.

Zeca Martins

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É triste notar que parece não haver saída no jornalismo diário brasileiro, ou ficamos com o conservadorismo de O Estado de S.Paulo ou com os profissionais clones do manual-amarra da Folha. Sheila Grecco

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Acho engraçada a definição do “jornalismo plural” da Folha de S.Paulo. Engraçado porque, na área puramente musical, invariavelmente cada edição me reserva uma surpresa ? boa ou ruim. Ronaldo Bressane

Vejam abaixo a correspondência que troquei com o Estadão.

“Prezados senhores, domingo próximo passado fiquei pasma ao me dar conta de que, na capa do jornal O Estado, não constava uma única vez o nome do Sr. Francisco Lopes. Essa atitude, a que será que se destina? Nós, leitores do Estado, somos tratados da mesma maneira que os ouvintes do Jornal Nacional? Operação-abafa? Atenciosamente, Claudia”

Resposta do Estado: “D. Claudia: no domingo ainda não havia nada COMPROVADO sobre o Sr. Lopes, apenas rumores ? e o Estado não é um jornal de rumores. Uma vez caracterizado o fato, é notícia. A Sra. viu nossos jornais de ontem e de hoje? Ou, mesmo, leu DENTRO do jornal de domingo? Então. Aqui não tem operação-abafa, não. Não foi assim que construímos a nossa reputação. E olhe que estou aqui há 25 anos, tendo começado como repórter de rua (buracos etc. …), passando depois a copy, subeditora, correspondente na Europa, editora de Opinião, de Cidades e de Política, e sendo, hoje, ouvidora-geral. Agradeço de qualquer forma a sua observação, devidamente passada ao diretor de Redação, Sr. Antonio M. Pimenta Neves, bem como aos editores da Primeira Página e ao editor de Política. Obrigada por escrever e disponha do seu Estadão.

Cecilia Thompson, chefe da Central de Atendimento ao Leitor e Defesa do Cidadão, editora de São Paulo Reclama e A Previdência Responde.”

Claudia Conti Medugno

Nota do O.I.: Cara Claudia, breves comentários não sobre o conteúdo, mas sobre a forma dessa correspondência: pelo menos você não recebeu um e-mail de resposta automática, prática rotineira da Folha. E é chamada de “D. Claudia” ? uma agradável raridade nesses dias em que, macaqueando os americanos, todo mundo que lida com público diz “senhora Claudia”… Um abração, M. C.

Demorou, mas chegou. Até o fim do mês, o glorioso Jornal do Brasil deve arregimentar para suas fileiras 40 ? quarenta mesmo ? estagiários, dos quais 20 para início imediato. O que poderia ser interpretado como busca de novos talentos ou oportunidade de um primeiro contato com o mercado para estudantes de Jornalismo, no caso do JB não passa de uma estratégia mesquinha e altamente questionável de contenção de despesas.

Cláudio Gunk

Meu nome é Gustavo Broch, tenho 21 anos e sou formando em Jornalismo. Caí literalmente no site de vocês ao navegar na Internet durante o trabalho, e me deparei com um texto absurdo de Isak Bejzman (que eu não sei quem é) intitulado “Bochincho nos pampas”. Poderia apontar várias coisas que não fazem sentido nas declarações do Sr. Bejzman, mas vou ser curto e grosso, como bom gaúcho: Imprensa neutra???? De que Marte ele está falando??? Da Zero Hora? Ou melhor, de todo o grupo RBS?? Indico ao Sr. Bejzman o site do jornal virtual Não (www.nao-til.com.br), redigido por pessoas de calibre e com informações na manga. Ver texto “A voz do povo”, de Jorge Furtado (Rede Globo), e outros de autoria de Carlos Gerbase etc. Para se falar em “Imprensa Neutra” devemos analisar os dois lados: imprensa durante o governo Britto e imprensa durante os “100 dias” do governo Olívio, com todas as bombas e mentiras deixadas pelo político que trocou o RS pela Espanha, depois de quase não deixar nada para os gaúchos. Gostei muito do Observatório e pretendo voltar outras vezes.

Gustavo Broch, Porto Alegre

Nota do O.I.: Peço desculpas ao Gustavo, aos leitores e principalmente ao autor da matéria criticada: a resposta de Isak Bejzman a este comentário perdeu-se num desastre técnico. São os ossos da informática. A resposta estará com certeza na próxima edição.

Venho até vocês deixar contribuição acerca de hilária frase posta no jornal O Dia On Line, seção Esportes do dia 30 de abril de 1999 (em destaque, abaixo), vejam:

“Verdão, novo alvo

Vinícius Azevedo

Como diz um velho ditado popular, a vingança tarda, mas não falha. E o Flamengo soube esperar a hora de dar o troco ao Grêmio, que vinha sendo seu carrasco na Copa do Brasil. (…)”

Ora, que diabos de ditado popular é esse que o jornalista Vinícius de Azevedo foi arranjar? O certo é “a justiça tarda mas não falha”. “A vingança tarda mas não falha” é hilário.

Paulo Maia

Como Andreas Adriano pode classificar esse acontecimento de “irrelevante”? Não se pode diminuir a gravidade de um crime só porque a vítima é rica ou famosa. Lamentável a maneira com que Andreas se refere a essas pessoas: “obscuro pagodeiro”, “desorelhado goiano”, “americano qualquer”. Alexandre Sena

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Simplesmente brilhante, inteligente e certeiro o comentário de Andreas Adriano (“Notícia que dá medo”). Por estas e outras é que eu admiro este Observatório. Alberto Dines, você é maior do que a Folha!!! Deus te abençoe!

Wagner De Carlo, Bola

O jogador de futebol, no Brasil, é um cidadão acima de qualquer suspeita. Vocês já repararam que ele não é cobrado sobre sua cidadania, sobre seus atos como profissional etc.? O jogador de futebol que simula um pênalti, por exemplo, nunca é condenado pela imprensa. Fernando Zucoloto

“Máfia dos Fiscais é local ou nacional?”

Poderiam explicar melhor?

Antônio Anacleto

Nota do O.I.: Caro Antônio, o que quisemos dizer foi: Máfia dos Fiscais, por ser um fato paulistano, deve continuar saindo, em São Paulo, nos cadernos de notícias da cidade? Ou, por ser uma questão mais ampla, que envolve corrupção e políticos conhecidos nacionalmente, estaria melhor nas páginas de notícias do país?Desculpe se o jargão resultou hermético.

Gostaria de saber qual o caminho para continuar fazendo o que gosto ganhando dinheiro, e olha que desde que me formei [em jornalismo] nunca fiquei desempregada. Sandra Balbino

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Dines, sou estudante do 1? ano de Jornalismo e grande admiradora do seu trabalho. Assisto sempre ao programa da TV, freqüento esse site e confesso que “nunca mais li jornal do mesmo jeito”. Qual sua opinião sobre a proibição de estágio para estudantes de Jornalismo? Essa proibição é fundamentada em quê? Não a entendo, já que, quando estivermos formados, a primeira exigência será: experiência. Como a teremos???

Liliana Siqueira

Alberto Dines responde: Liliana, sou a favor do estágio, mas os sindicatos sabem que o empresário brasileiro é malandrão: se tiver respaldo da lei, vai dar um jeito de ter redações só de estagiários. Não desista. Saudações, A. D.

Caro editor, a idéia é louvável, a realização impecável. Parabéns. A impressão que me ficou é que é tudo verdade… ou, é tudo mentira? Mas acho que na sua explanação talvez fosse interessante esquentar um pouco mais a discussão sobre a própria imprensa escrita. Afinal a questão ética passa pelo crivo da ficcionalidade. A informação virou aspecto mais estético do que ético. E aí? Isso também é jornalismo?

Irene A. Machado

Alberto Dines reponde: Irene, é isso, nosso jornalismo é formal, até estético. Mas, no plano ético ou moral, é uma lástima. A.D.

Em primeiro lugar, parabéns pelo excelente trabalho realizado por esse veículo, do qual tomei conhecimento recentemente, mas que já tenho em grande conta. Em segundo, gostaria de sugerir que o endereço de e-mail fosse mais visível nas páginas e, principalmente, na home page. Tive uma certa dificuldade em encontrar o endereço para enviar esta mensagem. Finalmente, gostaria de saber, se possível, em que outras publicações eu poderia ler os textos do Carlos Heitor Cony, além da Folha de S.Paulo. Sei que é muito comum os jornalistas publicarem seus textos em vários jornais e a Folha, numa manobra de odiosa reserva de mercado, fechou o acesso à sua edição na Internet aos que não são assinantes do UOL.

Alexandre Tabosa Trevisani, São Paulo

Nota do O.I.: Alexandre, sugestão aceita: nosso e-mail está mais visível na home page. Quanto ao Cony, vamos pedir ajuda aos leitores: quem sabe onde ele escreve, além da Folha?

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Seria interessante se o Observatório pudesse reproduzir artigo de Noam Chomsky sobre a guerra na Iugoslávia.

Allan Patrick

Nota do O.I.: O artigo, reproduzido pelo JB, está no Entre Aspas.

Venho através deste correio eletrônico manifestar minha admiração pela qualidade das informações prestadas neste site. Sou freqüentador assíduo e periodicamente tenho a oportunidade de enriquecer meus conhecimentos através dos artigos aqui publicados. Independentemente de posições defendidas pelos colunistas e cidadãos “observadores”, a real importância desta página é a comunicação livre e direta sobre a exigência de qualidade e ética na imprensa nacional. Comunicação e debate coerente sobre nossa mídia são garantias para a formação de uma sociedade forte e amplamente preparada para discutir seu papel ante o progresso da humanidade. Sem mais para o momento, na certeza de vossas senhorias cumprirem com suas atribuições de cidadãos conscientes e preparados para atuar decisivamente na mentalidade ainda frágil da população brasileira, desejo, sinceramente, votos de sucesso e progresso no árduo trabalho de exercício da cidadania.

Jimy Lopes Madeira, estudante de Direito

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O Observatório da Imprensa é um site muitíssimo interessante. Sempre que posso, acesso. Àqueles que sempre escrevem, dou os parabéns.

Giselli

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É uma pena a saída do Mauro Malin, jornalista nota dez. Mas ao Luiz Egypto, do belíssimo “Boa noite, até amanhã”, publicado na edição anterior, desejamos muitas felicidades.

José Rosa Filho

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Todos os e-mails endereçados a esta seção têm sua validade. Contudo, um chamou a minha atenção, não pelo que estava escrito, e sim pela resposta que obteve do O.I. Primeiro: talvez a prezada M.C. não tenha compreendido muito bem o texto do Sr. Everton Cazzo. Talvez ela deva lê-lo novamente.

Segundo: caso ele tivesse questionado a validade da resposta do editor, mesmo estando se defendendo no seu próprio espaço, qual seria o problema? O Observatório da Imprensa não pode ter observadores? “É um pouco demais” contestar democraticamente o espaço “público” do outro? Onde se encaixam então as idéias que Alberto Dines tanto defende, se estas aparentemente não podem ser usadas com ele?

A resposta a essas perguntas pode estar nos argumentos dados pela cara M.C. ao leitor deste Observatorio: “Façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço, principalmente contra mim”. Acho que isto é que “é um pouco demais”!!!

Vitoria Padilha

Marinilda Carvalho responde: Oi, Vitória, quero entender bem, já que na sua opinião falhei antes nesse esforço: você quer dizer então que o leitor tem razão, e Dines não tem o direito de se defender no espaço que ele edita? E que eu não tenho o direito de reclamar disso? É isso mesmo? Você acha que eu deveria ter calado a boca e deixado o leitor dar a opinião dele sem resposta nenhuma? Ou seja, não posso expressar opinião, ou serei antidemocrática? Enfim, não posso contestar um leitor? Será que você não olhou bem e não viu que a opinião dele estava lá, publicada na íntegra? Tenha dó de mim, também sou cidadã! Não teremos todos o direito de pôr a boca no trombone? Dines, o leitor, eu? E até você? Um abraço carinhoso, volte sempre. M.C.

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Gostei muito da revista de vocês!! Faço Comunicação Social/Publicidade, e acho que as reportagens serão muito úteis nas aulas!! Vou levá-las para a sala. Parabéns.

Fábio Machado Cardoso

Sou jornaleiro na cidade de Mogi das Cruzes(SP). Estou no ramo há 16 anos, mas nunca passei uma situação tão difícil como agora. Todos os dias é a mesma coisa: ter de explicar ao cliente o motivo da falta de jornal na banca. Como nos recusamos a vender os produtos agregados que acompanham o jornal, mas cobrados à parte, nós, jornaleiros da cidade de São Paulo e da Grande São Paulo, estamos sofrendo retaliações dos jornais O Estado de S.Paulo e Folha de S.Paulo, o que causa prejuízos aos jornaleiros, aos anunciantes e principalmente aos leitores, que, habituados a comprar os jornais nas bancas, estão agora tendo dificuldade. Estado e Folha chegaram a diminuir em 75% o envio de jornais às bancas em determinados dias da semana.

Eduardo Roncar

Nota do O.I.: Caro Eduardo, seu e-mail nos motivou a prosseguir no assunto, do qual a mídia não trata. Nesta edição, Isabela Nogueira escreve Bancas em pé de guerra ? 2, que está na rubrica Imprensa em Questão. Um grande abraço.

Como vocês avaliam as emissoras de televisão anunciarem o valor do dólar paralelo, isto é ético? A todos vocês que proporcionam mais cultura a este país, meus parabéns.

Matheus Mamede, Presidente Prudente, SP

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A quem interessa a divulgação diária da cotação do dólar no câmbio paralelo? Por acaso se divulga, diariamente e várias vezes ao dia, a cotação do grama da cocaína, da pedra do crack ou o preço de uma escrava branca no mercado europeu?!? Por mais idiota que possa parecer esta minha pergunta, o fato é que, para ela, não encontro resposta. E por que o Banco Central é conivente com isso tudo?!?

Mauro De Queiroz

É muito triste assistir ao uso de um veículo maravilhoso de comunicação, a TV, como instrumento de deseducação. As imagens da TV Senado, mais especificamente das CPIs, são as mais deseducativas da política. Certos senadores desempenham o papel de pobres palhaços, que estão no circo para nos divertir e divertem as crianças que temos dentro nós. Nossos senadores deveriam estar ali para trabalhar, para dar ao Brasil bases institucionais, e não para se exibir. Os palhaços-senadores não nos alegram ? nos entristecem.

Obertal Mantovanelli Netto, economista, 63 anos


Continuação do Caderno do Leitor

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