Segunda-feira, 18 de Junho de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº991
Menu

Programa nº 745

>>Entre a tapioca e o caviar
>>Os coronéis eletrônicos

Por Luciano Martins Costa em 26/03/2008 | comentários

Ouça aqui

Download

Entre a tapioca e o caviar

Com destaques variados, os principais jornais embarcaram hoje no dossiê publicado pela revista Veja no final de semana.

Aparentemente, foram tangidos pelos acontecimentos da política, porque, se tivessem dado crédito à nova denúncia de Veja, já teriam destrinchando essa história em suas páginas nos primeiros dias da semana.

Como bem sabe o leitor, Veja afirma que o governo teria preparado um dossiê com supostos gastos irregulares do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso com cartões corporativos e contas especiais.

O governo nega, mas o barco segue.

Nas editorias de política, o PSDB anuncia que Fernando Henrique e a ex-primeira-dama Ruth Cardoso abrem mão do sigilo de seus gastos pessoais no período de oito anos em que ele exerceu a presidência da República.

A pressão agora será por atitude semelhante do atual presidente e sua família, e esse será o tema do Congresso Nacional nas próximas semanas.

Os jornais puderam desconfiar da veracidade do dossiê de Veja, por seus antecedentes, mas não podem ignorar o fato político de que a oposição tentará encurralar o governo e avivar a CPI dos gastos corporativos.

Embora o cidadão saiba de antemão qual é o destino provável de toda a celeuma e da própria CPI, já se pode contar com mais uma crise declaratória em Brasília.

Enquanto isso, nos Estados, governo e oposição consolidam alianças para as disputas eleitorais deste ano em muitos municípios.

E em Minas Gerais se desenha o entendimento entre o PT e o PSDB que pretende consolidar a candidatura do governador Aécio Neves à sucessão do presidente Lula da Silva.

Como o governo tem maioria folgada na CPI dos Cartões Corporativos, o fato real é que só vai entrar nas investigações oficiais aquilo que o governo quiser.

Mas vai sobrar muito material para declarações e denúncias com poucas chances de esclarecimento.

Como a CPI se refere a gastos no varejo, cada registro de despesa que vazar vai virar um prato cheio para a imprensa, sem que o leitor seja necessariamente habilitado a entender o que faz parte dos autos e o que é mera especulação.

Daqui a uns meses, no auge da disputa pelo poder municipal em todo o País, a agenda política do Brasil vai ser a guerra da tapioca contra o caviar.

Os coronéis eletrônicos

O Congresso Nacional continua se fingindo de morto e a imprensa ignora uma grave ilegalidade que envolve grande número de políticos do País.

Depois do escândalo que envolveu o senador Renan Calheiros pela suposta compra de emissoras de rádio em nome de terceiros, os jornais deixam passar batido um aspecto ainda mais grave da questão da propriedade dos meios de comunicação.

Luiz Egypto, editor do Observatório da Imprensa:

– Levantamento recém-divulgado pelo Epcom – Instituto de Pesquisas e Estudos em Comunicação – revela que 271 políticos brasileiros são sócios ou diretores de emissoras de rádio e televisão. Esse número corresponde apenas aos que possuem vínculo formal de controle sobre esses meios, não sendo consideradas aqui as relações indiretas – por intermédio de parentes ou ‘laranjas’ – dramaticamente comuns entre políticos e os meios de comunicação do País.

Este quadro promíscuo bate de frente com o artigo 54 da Constituição Federal, que veda a ocupantes de cargos eletivos o usufruto de concessões públicas – como é o caso da radiodifusão. Situações semelhantes já haviam sido detectadas por duas pesquisas realizadas pelo Instituto Projor, mantenedor deste Observatório: ‘Concessionários de radiodifusão no Congresso Nacional: ilegalidade e impedimento’ e ‘Rádios comunitárias: coronelismo eletrônico de novo tipo (1999-2004)’, ambas coordenadas pelo professor Venício Lima.

Os dados do Epcom mostram que esses 271 políticos são sócios ou diretores de 348 emissoras de radiodifusão. Cento e quarenta e sete deles são prefeitos (54,24%), 48 (17,71%) são deputados federais, 20 (7,38%) senadores; 55 (20,3%) deputados estaduais e um governador.
É a glória para um ano eleitoral como este.

Todos os comentários

  1. Comentou em 28/03/2008 José Orair Silva

    ‘Depois do escândalo que envolveu o senador Renan Calheiros pela suposta compra de emissoras de rádio em nome de terceiros, os jornais deixam passar batido um aspecto ainda mais grave da questão da propriedade dos meios de comunicação’. Finalmente vemos uma menção ao senador Renan Calheiros. Depois de ter sido alvo de um furor midiático que produziu toneladas de papel e horas e horas na programação da TV e rádio, o teimoso senador entregou o osso e foi deixado de lado. O outrora apontado como um corrupto de escol, aparentemente, a julgar pela atenção que vem merecendo da mídia, foi perdoado dos seus pecados, pois não vem merecendo sequer uma notinha nas páginas dos jornais. A mídia não se deu sequer ao trabalho de informar aos seus ainda crédulos leitores do destino de três ou quatro processos que o senador ainda respondia quando renunciou à presidência do senado… Não se trata aquí de julgar se o senador alagoano era inocente ou culpado das acusações que lhe faziam. Eu particularmente não coloco a mão no fogo por nenhum político. Trata-se de identificar o oportunismo das denúncias com um objetivo claro: afastar o senador do cargo que ocupava. Uma vez atingido esse objetivo não interessa mais saber se o senador conseguiu ou não transformar-se num coronel eletrônico a exemplo de muitos de seus pares e nem se pagava efetivamente a pensão com recursos públicos…

  2. Comentou em 27/03/2008 Marcos Simões

    Como paulista e pagador de impostos, além de estar há treze anos sem reajuste salarial ou mesmo a constitucional reposição das perdas inflacionárias de cada ano, não esquecendo que o governo paulista não vem pagando os precatórios devidos, ou seja, transitado em julgado, gostaria de saber onde foram gastos R$ 108 milhões com cartões corporativos do governo paulista em 2007. Quase a metade desse valor foi saque na boca do caixa. Há denúncias de gastos em cachaçaria, empresas fantasmas, joalherias, perfumarias, casas noturnas, bordéis, viagem do vice para assistir a uma peça teatral no EUA e uma dúzia de funcionários que sacaram R$ 1 milhão. O abafa governamental da CPI na assembléia paulista coincide com o silêncio da imprensa em exigir respostas para os gastos. Quem gastou, o que comprou e quem recebeu. Ninguém pergunta isso ao governador Serra. Por que será? Medo? Interesse? Rabo preso? Por que o silêncio tumular, sepulcral?

  3. Comentou em 27/03/2008 Odracir Silva

    Caro Claudio, acho q esta historia de ‘jornalismo’ independente ee realmente uma estoria. Mas a questao ee entre bom e mau jornalismo. O OI sempre professa o tal ‘bom’ jornalismo, mas parece q haa excecoes, principalmente qdo se trata da tal ‘maldita’ revista. Do jeito q vai, no futuro ‘Veja’ vai ser um anatema para o jornalismo tupiniquim, assim como ‘direita’ ee para a politica.

  4. Comentou em 27/03/2008 Fabiana Tambellini

    Eu gostaria que essas contas fossem abertas. Quero saber como o presidente, o governador e o prefeito gastam a grana pública. FHC disse que não se importa em abrir as contas Como é que fica Lula? Serra? Kassab? Os partidos que defendem o transparência na prestação de contas dos gastos de cartões corporativos e contas ‘tipo B’, têm a obrigação de tornar públicas as contas dos estados e municípios que governam, certo?

  5. Comentou em 27/03/2008 Pedro Mafra

    Reproduzo a seguir um comentário muito sensato que encontrei na blogosfera:
    “O mais engraçado é compararmos essa situação atual – tão sincronizada com discursos dos mesmos veementes de sempre no Congresso – com os episódios do dossiê na eleição paulista 2006 e do dossiê fajuto de Dantas tratado por Luís Nassif no ‘Caso Veja’.
    A natureza do escândalo varia quando assim é oportuno. Quando o alvo são seus ‘inimigos’ políticos, o escândalo para Veja é o conteúdo de um tal dossiê, mesmo que seus próprios jornalistas investiguem e constatem que o mesmo é tão verdadeiro como uma nota de R$15. Mas, quando o conteúdo de um dossiê tem como recheio supostos podres de seus ‘aliados’, o escândalo para Veja (e seus parceiros midiáticos de lama) torna-se tão somente o fato de ter tido alguém que se pôs a elaborar um dossiê. O conteúdo é o de menos, ignorado até. 2 pesos…
    O suposto dossiê petista que tratava da distribuição de ambulâncias na era tucana transformou-se na questão ‘de onde veio o dinheiro do dossiê?’. O suposto dossiê governista para enfraquecer o ex-governo na CPI dos cartões transformou-se em ‘uma chantagem baixa que agora justifica plenamente a abertura de contas da família presidencial’. O suposto – e provadamente fajuto – dossiê de Dantas transformou-se em ‘rumores de que governistas petistas possuíam contas ilegais no exterior’. É ou não é piada de salão?”

  6. Comentou em 27/03/2008 Pedro Mafra

    A prova de que o Planalto não se meteria nessa confusão é óbvia: ele detém o controle da natimorta CPI dos cartões corporativos. Por que diabos, então, ousaria eriçar os pelos do Arthur Virgílio? Ora, esse papel sujo deveria caber a alguém e a Veja logo se apresentou, requentando um assunto prescrito como só ela sabe fazer.
    O PIG mais uma vez se ´esqueceu´ de dizer que não há nenhum mal em levantar as contas de quem já ocupou a presidência da república. A desfaçatez é tamanha que, ao invés de atestar/contestar a veracidade do documento, a revista prefere acusar o Governo de chantagem. Não sejamos ingênuos: a conotação de dossiê, claro, foi a própria Veja e seus asseclas que difundiram.
    Tem mais. Conhecendo o DNA da Veja, o governo dificilmente recorreria a ela para disseminar informações contra os adversários. A pergunta que não quer calar é: por que justo só o semanário da Abril teve acesso aos tais dados do governo FHC? Trata-se de denúncia tão descaradamente forjada, que chega a ser risível.

  7. Comentou em 27/03/2008 Max Suel

    O ex-pres FHC escreveu carta de próprio punho admitindo abrir as contas dele e de D. Ruth no período em que foi presidente; oferecendo um repto ao atual pres para que faça o mesmo. Não se espera que o pres Lula escreva carta de próprio punho (seria um acontecimento nunca antes visto nestepaís) , mas nós temos o direito de saber, já que nós é que pagamos a conta, onde e como foram gastos os milhões em despesas do casal presidencial. Com relação ao dossiê preparado pelo governo atual preventivamente contra o governo anterior, desmentido como inexistente , mas contraditoriamente com promessa de investigar vazamento de informações confidenciais (o que comprovaria a existência de um dossiê), é fato muito grave e que tem que ser apurado com a maior exatidão. Goste-se ou não da VEJA (eu , aliás, gosto) a revista apontou em sua reportagem um fato que merece atenção.

  8. Comentou em 26/03/2008 Fábio José de Mello

    Que diabos é ‘Coktail’? Boiei nessa.

  9. Comentou em 26/03/2008 Marco Antônio Leite

    Senhor Fábio sua intervenção foi muita inteligente, visto que PT e PSDB são partidos políticos que comem no mesmo prato, ou seja, no prato da corrupção ativa e passiva e não são partidos de cuspir no prato que comem. Uma situação que me deixa intrigado é que este site não faz nenhuma critica aos membros do PSDB, será que este site tem alguma coisa a ver com o poleiro dos tucanos?

  10. Comentou em 26/03/2008 marcos omag

    A revista ‘Veja’, mais uma vez, ofende a inteligência dos leitores.Tentam passar a idéia de um tal dossiê, que na verdade é uma auditoria interna.Eles consideram que o leitor ignora que em controladorias trabalham auditores, e que o trabalho de auditor é fazer auditoria.Eles realmente consideram o leitor uma espécie de Homer Simpson.O tiro saiu pela culatra,pois todo o Brasil agora que saber dos vinhos de R$28 mil a garrafa, compras de centenas de garrafas de Chandon, estadias de ministros ‘à trabalho’ no Copacabana Palace, dentre outras mordomias revoltantes do governo FHC. O PSDB fez de Brasília um ‘sultanato’ para a sua ‘corte’, no período em que estiveram com o Poder central.

  11. Comentou em 26/03/2008 Fábio de Oliveira Ribeiro

    Já que pretende produzir a conciliação nacional entre o PT e o PSDB mostrando que ambos fazem parte da mesma [ ], a Veja poderia ter a decência de realizar um Coktail de lançamento da matéria com o tal dossiê do caviar. Como estamos a comemorar os 100 anos da vinda da família real, o tal Coktail poderia ser feito no Rio de Janeiro. Posso até imaginar o evento, com a presença de todos (petistas, psedebistas, jornalistas da Veja e respectivas cortes), comendo caviares e tapiocas entre mosquitos, pobres contaminados, cadáveres e barracões de hidradação que a administração carioca produziu com a ajuda das TV Globo ao levantar a bola do PAN para que o ‘aedes aegipt’ pudesse quebrar todos os recordes históricos de desfeitas. De dossiê em dossiê os mosquitos ganham a guerra. Nós contribuintes pagaremos a conta (inclusive dos remédios e dos enterros de nossos parentes).

  12. Comentou em 26/03/2008 Eduardo Goulart

    Se os dois presidentes no final das contas abrirem seu sigilo, o saldo disso tudo será positivo.

  13. Comentou em 26/03/2008 Cláudio Dias

    Odracir, é o seguinte. O Observatório da Imprensa tem agora como patrocinadora a Carta Capital, entendeu? Basta olhar a propaganda aí ao lado… Claro, claro, mas eles são sempre muito independentes…

  14. Comentou em 26/03/2008 Bernardo Vieira da Silva Junior

    Com relação aos ‘Coronéis Eletrônicos’, não vamos muito longe… basta mencionar dois senadores do Rio Grande do Norte: José Agripino, dono de Sistema Tropical de Comunicação (rádios AM e FM, bem como a TV Tropical, retransmissora da Rede Record) e Garibaldi Alves Filho, cuja família era dona da retransmissora da Rede Globo, e dona de rádios AM e FM, com direito a programa diário na Rádio Globo Natal.

  15. Comentou em 26/03/2008 Arnaldo Costa

    O único adjetivo que encontro para vocês da imprensa é pilantras mesmo. Que mania de ficar defendendo ladrão. Dessa forma, nunca passaremos a história política do Brasil e responsabilzaremos os verdadeiros ladrões que assolaram o país, diga-se PFL (ex-PDS e atual DEM), PSDB e companhia. Quanta parcialidade… Deveriam ter mais vergonha na cara ao invés de ficar defendendo esse FHC, pulvericida da classe média…

  16. Comentou em 26/03/2008 Odracir Silva

    Eu acho todas estas criticas dos jornalistas do OI sobre a Veja meio contraditorias. O OI q professa q haja sempre o ‘outro lado’, nao o coloca qdo haa uma critica aa tal revista. E qdo parece q haa algo de concreto, como neste caso, vem a aceitacao c/ muita bile. No caso do blogueiro, parece q se empequena qdo comeca a agir como um torcedor.

  17. Comentou em 26/03/2008 Marco Antônio Leite

    Essa gente que infelizmente administram este terreiro do vem quem quer, é capim do mesmo pasto. Lulla, FHC, Serra entre outras figuras menos populares estão preocupados em administrar o patrimônio do escol do momento, bem como com suas contas bancarias. Ou não!

  18. Comentou em 26/03/2008 BRAGA MILTON

    PREFIRO RECEBER UMA NOTA DE R$3,00 -TREZ REAIS- DO QUE ACREDITAR NA VEJA – JORNAL DE ESGOTO- SEGUNDO O LUIZ NASSIF. ENGRAÇADO QUE OS JORNALÕES E TVS ACOLHEM COMO VERDADE AQUILO QUE VEJA PUBLICA E ASSIM REPERCUTEM TODO ESSE ESGOTO-ELES FAZEM PARTE DESSE DEJETO-, E NÃO DÃO UMA VIRGULA A RESPEITO DO QUE O NASSIF ESTA ESCREVENDO SOBRE A BOSTA-VEJA-.
    SABEM PORQUE? VEJAM QUEM SÃO OS CORONEIS ELETRONICOS QUE O LUCIANO FALA. APOSTO 100 ASSINATURAS DA VEJA-KKKKKK- QUE ESSE DEPUTADOS, SENADORES PREFIETOS, VEREADORES 99,9% PERTENCEM AOS DEMOS, PSDB, PMDB, PP, OS ÉTICOS,
    E A CPI DA ABRIL? É UMA MALDADE MUITO GRANDE NÃO DEIXAREM O ARTHUR 3% VIRGILIO CARDOSO NÃO EMPLACAR A PRESIDENCIA DA CPI DA PEDOFILIA, VOCES NÃO ACHAM.

  19. Comentou em 26/03/2008 Gersier Lima

    Só mesmo sendo muito imbecil ou muito idiota para acreditar em alguma coisa que esta revistinha, ou melhor, esse folhetim de quinta escreve sobre o Presidente Lula. Mas seria bom o presidente abrir mão do seu sigilo. Iriamos descobrir por exemplo porque e pra que FHC fez uma compra de SEISCENTOS quilos de arroz de uma só vez para o Palácio onde ele acreditava ser rei.

  20. Comentou em 26/03/2008 Marcos Simões

    Quem não conhece a oposição rasteira que habita Brasília que a compre. Enquanto na esfera federal faz um estardalhaço danado para conhecer o gastos do governo, pois tem preguiça ou está mal intencionada em buscar as respostas no sítio da CGU ou Trnasparência Brasil, em São Paulo, por exemplo, ninguém sabe como e no que foram gastosa R$ 108 milhões, quantia bem acima dos R$ 75 milhões gastos pelo governo federal.

    É a reedição mensal para desgastar o presidente Lula e sua popularidade ascendente. Se FHC e a ex-primeira dama abrirem as contas (aquela ong…), não sobrará pedra sobre pedra. Seria muito bom que isso acontecesse, ou seja, a investigação dos dois governos. mas a oposição tem um aliado forte: a imprensa e sua ideologia partidária para transmissão de notícias (de interesse ou não). Só não vê ou entende quem não quer.

    Basta ver a quais partidos pertencem os parlamentares donos dos meios, frutos da distribuição indiscriminada de emissoras nos governos militares e de Sarney.

    A internete, felizmente, não deixa que essa gente da imprensa e da oposição empurre cérebro a dentro esse maldito pensamento único interesseiro para poucos (os mesmos de sempre e sempre) e prejudicial aos brasileiros (também os mesmos de sempre).

  21. Comentou em 26/03/2008 ailton filho

    No Brasil do quem pode, pode e quem num pode se sacode, vamos pra outra eleição onde quem tem o ‘poder’ de informar já sai a passos largos na frente da concorrência. Se a constituição diz que é vedado a políticos usufruirem de concessões públicas e estes o fazem mesmo assim, vou dizer mais o que? Essa é a nossa democracia. Essa é a sujeira que devemos varrer, mesmo em dias de ventania. Não dá mais pra aceitar que estes ‘nobres e dignos’ cidadãos continuem rindo da e na nossa cara.

Programas Anteriores

1 2 3 4 5 última

1 de 2625 programas exibidos

x

Indique a um amigo

Este é um espaço para você indicar conteúdo do site aos seus amigos.

O Campos com * são obrigatórios.

Seus dados

Dados do amigo (1)

Dados do amigo (2)

Mensagem