Quarta-feira, 20 de Junho de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº992
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Programa nº 609

>>Meio boicote
>>Condenação unânime

Por Luciano Martins Costa em 14/09/2007 | comentários

Bibliografia

ALBUQUERQUE, A. 'Manipulação editorial e produção da notícia: dois paradigmas da análise da cobertura jornalística da política' in RUBIM, A., BENTZ, I. e PINTO, M. Produção e recepção dos sentidos midiáticos, Petrópolis, Vozes/Compós, 1998.

FISHMAN, M. Manufacturing the news. University of Texas Press, 1990.

GITLIN, T. The whole world is watching: mass media in the making & unmaking of the new left. Berkeley University Press, 1980.

GOFFMAN, Frame analysis. Northeastern University Press, 1986.

SARTORI, G. A teoria da democracia revisitada. São Paulo, Ática, Vol. II, 1994.

RUBIM, Antonio. Comunicação e política. São Paulo, Hacker editores, 2000.

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Inimigo número 1

A absolvição de Renan Calheiros, em seu primeiro julgamentro no plenário do Senado, provocou um movimento que só pode ter um final: a cassação do mandato de Renan Calheiros.

Parlamentares de praticamente todos os partidos aparecem hoje nos jornais anunciando um movimento pela recuperação da ética no Congresso.

Ainda existem pelo menos três acusações contra ele.

O senador Romeu Tuma, citado pelo Estado de S.Paulo, disse que Renan foi colocado na forca e continua pendurado.

Dines:

– A discussão sobre a inocência de Renan Calheiros é despropositada e deletéria: ele foi absolvido somente num dos três processos abertos contra ele na Comissão de Ética do Senado. Há outros dois. Sem falar nas denúncias junto à Procuradoria Geral da República e o STF. Nas próximas batalhas Renan terá mais adversários por causa do black-out autoritário que isolou durante 24 horas o Senado da República do resto do país. O terrorismo imposto pela Mesa do Senado é inédito, até a ata da sessão foi proibida. Significa que a quarta-feira, 12 de Setembro, foi um dia que não existiu, nem na ditadura militar adotaram-se medidas tão arbitrárias. Ontem a reação da sociedade foi incrível, tantos foram os e-mails e telefonemas de cidadãos indignados que a direção do Senado foi obrigada a inventar uma pane nos dois sistemas para justificar o silêncio.  Foi uma reação espontânea que só tende a aumentar. Na tentativa de barrar a mídia, Renan e seus protetores agora terão que enfrentar o país inteiro.

Luciano:

Meio boicote

Ontem, parlamentares de pelo menos seis partidos anunciaram um boicote parcial e seletivo a projetos de interesse do governo no Senado.

Os jornais não explicam como será feita a seleção dos projetos a serem bloqueados e como se pretende organizar o bloco do boicote, mas a manifestação dos senadores que não se conformam com o resultado do julgamento de Renan preocupa o governo.

O senador José Sarney e sua filha Roseana, experientes bombeiros do Congresso, sugeriram a Renan que peça uma licença, ou que tire férias.

Segundo os jornais, Renan respondeu que só ele pode pacificar o Senado.

Uma frase sua, citada pelo Globo, dá uma medida da idéia de grandeza que ele faz de si mesmo.

Para ilustrar sua capacidade de resistência, Renan lembrou que a imprensa já o havia condenado antes do julgamento: ‘Foram sete capas de Veja, matérias no Jornal Nacional todos os dias, além das charges do Chico Caruso’, reclamou.

Renan Calheiros foi eleito presidente do Senado com 51 votos.

Agora, ele acha que a absolvição equivale a uma reeleição.

Ainda na forca

A melhor definição para a situação de Renan Calheiros foi dada pelo senador Romeu Tuma, citado pelo Estadão.

Lembrando que o presidente do Senado ainda tem contra si outros processos ainda mais graves, Tuma declarou: ‘Renan foi colocado na forca e não tiraram o banquinho. E continua pendurado’.

Condenação unânime

A cobertura do dia seguinte à absolvição torna os jornais de hoje muito semelhantes.

A leitura dos principais diários dá a impressão de que foram feitos pelo mesmo editor.

A linha das reportagens é pela condenação unânime de Renan Calheiros e dos senadores que evitaram sua cassação no primeiro julgamento.

Mas a Folha de S.Paulo insiste em buscar os senadores que mentiram ao declarar seus votos.

O jornal paulista havia feito uma enquete antes do julgamento, apostando que Renan seria condenado por 41 votos a 37.

Os editores esqueceram que o voto era secreto. Se os senadores não declararam seu voto no plenário, porque o fariam para a imprensa?

Na contagem de hoje da Folha, há pelo menos dez mentirosos entre os 81 senadores.

Vida de rei

Enquanto isso, em visita ao reino da Dinamarca, o presidente Lula passava ao largo da crise.

Teve seu dia de herói na sede do principal sindicato do país, e defendeu o respeito à decisão dos senadores.

Mas a Folha registrou uma declaração do presidente lembrando que o julgamento de Renan Calheiros ainda não acabou.

A preocupação maior do presidente Lula é com a possiblidade de uma paralisação nos trabalhos legislativos, no momento em que o governo tenta prorrogar a validade da CPMF até 2012.

Os perdedores

No tradicional quadro ‘quem ganha, quem perde’, que os jornais costumam publicar após eventos importantes na política, a Folha cita entre os perdedores os senadores do PSDB Tasso Jereissati, Arthur Virgílio e José Agripino, além da alagoana Heloísa Helena e do petista Aloizio Mercadante.

Mercadante passou o dia de ontem justificando sua abstenção, mas disse a todos os jornais que não fez campanha pela absolvição de Renan Calheiros e garantiu que o governo liberou a bancada do PT para votar conforme o juizo de cada um.

Nenhum jornal parece ter acreditado nele.

Luz no fim do túnel

Para aqueles que pensam que tudo é impunidade no Brasil, o Estadão traz uma reportagem revelando que o tesouro público de São Paulo pode ser ressarcido por atos de corrrupção.

Quinze anos depois de criada a Lei de Improbidade Administrativa, 25 processos chegam à fase de execução, na qual a única coisa a ser feita é pagar a conta.

Demorou, diz o Estadão, mas o Estado e a prefeitura de São Paulo vão receber de volta cerca de 132 milhões de reais desviados de seus cofres.

Estão entre os condenados o ex-governador Paulo Maluf, o ex-prefeito Celso Pitta, ex-secretários e presidentes de grandes empresas, como a Vega Sopave.

O longo caminho dos recursos judiciais chegou ao fim.

Todos eles terão bens penhorados.

Todos os comentários

  1. Comentou em 21/09/2007 indignado brasileiro

    o celso pitta continua levando vida de bilhonário. basta olhaesm a casa dele, uma amarela grande na rua general mena barreto (a um quarteirao do parque ibirapuera).

  2. Comentou em 15/09/2007 carlos cavalcanti cavalcanti

    Santa paciência… Escrever que o povo nas ruas esta revoltado e que parlamentares vão se unir para campanha pela ética é simplismente uma demostração de querer impor o que a elite cansada quer… Se fosse ao contrário tudo bem ,tudo certo, quem votou,quem traiu é irr,elevante,pregam tanto a democracia e querem distorcer os fatos,,,Zé Agripino,Tasso,Arthur Virgilho,Heloisa Helena as urnas os aguardam nas proxímas eleições. O povo já não é mais aquele… hahahh não é mesmo

  3. Comentou em 15/09/2007 MILTON SACRAMENTO

    Esse assunto não é considerado importante para mais de 99,9999 % da população brasileira.

  4. Comentou em 15/09/2007 MILTON SACRAMENTO

    Jjornalistas a pautar a atividade política,
    crises artificiais para tentar desestabilizar o governo,
    concessões de tv usadas para fazer oposição sistemática…
    Acho que o comportamento autoritário apresentado pelo Senado no episódio é diretamente proporcional a campanha desmoralizadora desencadeada por Veja, globo, etc… as quais perdem mais uma vez…

    O senado,elememosedesmoraliza. Para júbilo da’media’.

    Nem Hugo Chavez chega a tanto… Papagaio!

  5. Comentou em 15/09/2007 Ivan Moraes

    ‘O longo caminho dos recursos judiciais chegou ao fim.’: Sao Paulo afundou no mar com a tucanada? Eu nao li jornal esse dia!

  6. Comentou em 14/09/2007 José Marcio Tavares

    Uninanimidade dos barões da mídia. Unanimidade golpista e mentirosa.

  7. Comentou em 14/09/2007 Valdir Fiorini

    Parlamentares de todos os partidos lutando para recuperar a ética no senado… é emocionante.

    Pedro Simon, Jefferson Perez, Eduardo Azeredo, Artur Virgílio Eduardo Suplicy. Pena que o Collor está de licença.

    Todos irmanados na luta pela ética na política…

    É comovente…

  8. Comentou em 14/09/2007 Cid Elias

    Que coisa estranha…parece que o (jamais) observador mauro malin está influenciando ‘meduinicamente’ o novo titular do espaço. Observemos as abordagens, todas baseadas ou no que o dines pensa(ex-observador-agora defensor da imprensa), ou nos jornalões com suas comprometidas meias-verdades mais do que parciais. Juro que pensei ter lido que seria Observatório no Rádio… As frases, estas ao melhor estilo chavões de jornalão, são sintomáticas, tipo ‘vida de rei’ ou ‘recuperação da ética no congresso’, isto, a bem da verdade, é uma estapafúrdia sem tamanho, né mesmo? Que ética, que moral tem o pai e mãe do valerioduto Azeredo-psdb para cassar alguém? Informo os senadores vestais que atualmente estão sendo processados por crimes que vão do peculato à improbidade, muitos por desvio de verbas, ou seja, corrupção: Marconi perillo, lucia vania, eduardo azeredo, flexa ribeiro, cícero lucena(MP pediu cassação) e mario couto-TODOS DO PSDB, mais mão-santa, collor, waldir raupp, romero jucá, etc. Estes límpidos senhores podem cassar alguém? Que o Renam é metido em maracutaias desde sempre, até o mundo mineral sabe. Ele, ‘antes de ser corrupto´´, foi o homem forte do collor e, pasmem, Ministro da Justiça do fhc, mas até então, confundiam-no com São Francisco de Assis, tamanha pureza, néra não? Que fase, hein?

  9. Comentou em 14/09/2007 Ivan Berger

    Que meia-à-volta volver,hein jornalista Luciano ? Nem parece o mesmo que ontem saudava a absolvição de Renan como uma derrota da mídia empenhada em apeiá-lo da presidência do Senado. Terá sido a estridência dos protestos ou a ficha que caiu ? Seja como for,não sei o que é mais deprimente,se o jornalismo chapa-branca ou o camaleônico.

  10. Comentou em 14/09/2007 Ibrahim Cruz

    Aleluia!
    Agora podemos levantar e dizer ao Maluf e sua cria, Celso Pitta, que são verdadeiros ladrões! Acabaram com São Paulo. Mas enfim, vão literalmente pagar pelos danos causados à cidade.

  11. Comentou em 14/09/2007 Marco Antônio Leite

    Marco Antônio Leite , SCS-SP – SEG Enviado em 12/9/2007 às 6:47:50 PMPara confirmar ainda mais, o senador Renan Calheiros, neste ultimo circo, o qual mostrou uma peça já conhecida do grande público, vai se repetir nas outras acusações de desvio de conduta, também, será absolvido, é só aguardar um pouco mais. Aqui vai uma das minhas profecias; pôr diversas vezes escrevi neste espaço que o senador Renan Calheiros seria absolvido pêlos seus iguais. Somente aqueles comentaristas crédulos botava fé que o Congresso Nacional não absolveria o pouco ético senador. Infelizmente, este é o Brasil, país da impunidade e da imoralidade dos atores da política nacional. Muitas pessoas que aqui escrevem deveriam rever suas posições políticas quanto aos nobres atores da arte de prometer e não cumprir, os quais estão instalados lá em Brasília. Caros senhores, estamos cansados de comprovar o quanto essa máfia trabalha em função de seus interesses pessoal e de grupo, com o único intuito de tirar proveito do erário público. Isto porque vale a pena roubar e nenhuma punição é imposta há esses inescrupolosos(com raras exceção).

  12. Comentou em 14/09/2007 Washington Ferreira

    ‘O Senado Federal disse claramente à sociedade que não considera haver provas suficientes para cassar o mandato do seu presidente por falta de decoro parlamentar.

    Tecnicamente, o julgamento foi perfeito.

    Segundo o senador Francisco Dornelles, do PP do Rio, ex-secretário da Receita Federal, não há provas nem mesmo de crime tributário contra Renan Calheiros no caso do pagamento de pensão à sua ex-namorada, Mônica Veloso.

    O argumento do ex-secretário da Receita Federal pesou no julgamento, dando aos indecisos um argumento técnico para a abstenção ou para o voto na presunção de inocência.

    Mas apenas o Estado de S.Paulo deu atenção ao detalhe, que poderia mudar as opiniões sobre a decisão do Senado.

    Ao escolher a decisão técnica, contra a pressão absoluta da imprensa, o Senado sai vencedor.’

    Caraca, cadê o Luciano Martins que disse isso tudo ontem? O extinto Observador agora também põe a faca no pescoço dos seus?

    E que outros processos podem ser mais graves que o pagamento das despesas de Renan por um lobista da Mendes Júnior?

    Pobre Luciano, se quiser tem emprego na minha emissora pra você.

  13. Comentou em 14/09/2007 Octavio Hollemberg

    Agora que os senadores mostraram para imprensa quem é que manda no Senado, fica bem mais fácil cassar o Renan por outros motivos. Nem pela cervejaria e nem pelas rádios, pois também aqui parecem não existir provas suficientes, mas pelo depoimento do sujeito do qual ele foi padrinho de casamento e que, ao se separar, resolveu se vingar da mulher, do sogro, do padrinho e dos convidados. De resto, lamento apenas que o comentário acima, seguindo a linha de conduta do resto da imprensa golpista, não faça a mínima ressalva quanto a essa covardia, a essa barbaridade de boicote dos perdedores inconformados. Onde está o interesse público? Onde está a imprensa que não faz a menor censura a esse tipo deplorável de comportamento? O que o povo tem a ver com a dor de corno daqueles que saíram derrotados na sessão de quarta-feira? Onde está o Dines, que julga lícito e até um dever da imprensa “acuar” os poderes? São esses dois pesos e duas medidas (o que é contra o governo vale acuar, o que favorece, deixa ficar), é o que não agüentamos mais. É essa sacanagem midiática que aqueles que possuem um mínimo de raciocínio não suportam mais, senhores jornalistas.

  14. Comentou em 14/09/2007 Eduardo Tenório

    Boa tarde. Não concordo com o tempo de sua expressão. A absolvição de Renan Calheiros não condenou o Senado. O Senado já está condenado há muito tempo. Não só o Senado, mas o Congresso também. Quando você tem de um lado da questão Renan Calheiros e do outro lado gente da estirpe de Tasso Jereissati, Arthur Virgílio e José Agripino, você não tem ‘mocinho’ algum. E onde ficam aqueles que não são mocinhos? Junto aos condenados – ou deveriam ficar, pelo menos. A ética só esteve no Senado e no Congresso quando antes não se sabia que estas salas estavam vazias. A mídia ainda brinca com a mente das massas achando que as marés ainda são as mesmas. Pois saibam vocês que lidam com a formação de opinião que a bola da ‘próxima’ vez é a própria mídia. Reparem que vocês sempre que podem alfinetam o Presidente Lula, no entanto a popularidade deste, assim como a avaliação de seu governo não param de aumentar. Seria a ignorância do povo a serviço que quem só aparece na imprensa sob aspectos ruins, ou será justamente o contrário? Até uma ameba evolui, com o nosso povo não haveria de ser diferente. A imprensa que se cuide, pois esta não lida mais com tantos imbecis assim. Querer passar para o povo lições de moral através de gente como Tasso Jereissati, Arthur Virgílio e José Agripino, ACM Neto, Rodrigo Maia, Heráclito Fortes… vocês só podem estar brincando. Mas há corda para todos.

  15. Comentou em 14/09/2007 Dante Caleffi

    Afinal, para que serve a votação, secreta ou não, a que submeteu parcialmente,o destino do presidente do senado?Para ser contestada,rejeitada,provocar motim da imprensa frustrada com o resultado de sua campanha golpista,que mantém há mais de dois anos?Certamente ,não de agora, as manchetes e matérias ,parecem obedecer a um mesmo editor.Ou é somente impressão?

  16. Comentou em 14/09/2007 nelson perez de oliveira jr

    TODO CIDADÃO TEM DIREITO A LIVRE OPINIÃO E DIREITO DE EXERCÊ-LA. ISTO É DEMOCRACIA. O voto secreto tem o objetivo de proteger a opinião e a manifestação da vontade do eleitor, sob pena de ser totalitarismo, todos tem que pensar do mesmo jeito. O parlamentar tem o endosso através do seu mandato para exercê-lo segundo sua consciencia e vontade, não tem essa de ter de consultar as bases sempre, porque nem sempre as bases têm todas as informações para tomar decisões e se tivessem não precisa de parlamento e pronto, mude-se o sistema de governo. Os cidadãos têm o direito de errar e acertar o voto segundo seus próprios designios. Propagandear que só havia um veredicto para o processo é decretar a nulidade do processo, pra que porcesso, só para condenar é ditadura. RENAN tinha do direito de descontaminar o ambiente que foi contaminado pela mídia sedenta de sangue, e se a mídia, neste ou em qualquer outro caso tiver o direito de atropelar processos e definir quem é ou não culpado ou quem deve ou não ser presidente ou quem é bom ou mal, aí é o fim da picada. Onde está a mídia que publicasse o contraditório em favor de RENAN, a mídia publicou a defesa de RENAN feita por FRANCISCO DORNELES, EX-MINISTRO, DESCENDENTE DE VARGAS?, este advoga que o congresso não poderia condenar RENAN por um crime que só a receita pode tipificar, sob pena de não ter crime algum. TRIBUNAL DE EXCESSÃO, NAÕ

  17. Comentou em 14/09/2007 nelson perez de oliveira jr

    GOSTARIA DE NÃO SER CENSURADO COMO OUTRORA!! Por que o voto de 35 é melhor e tem mais qualidade do que 40 votos? Por que o processo tinha de ser atropelado em seu rito de voto secreto e sessão secreta? Por que o direito de RENAN ser julgado com isenção e processo limpo e sem jeitinhos de ocasião para agradar à turba sedenta de sangue e pré conceituosa. Esta semana se comemora o ANO NOVO JUDAICO, temos pelo menos 2 dignos representantes da da colonia neste sítio, DINES E WEISS, muito me admira que estes 2 sejam adeptos de métodos de pré julgamento e arranjos de ocasião para simplesmente condenar um réu, o povo de ISRAEL sabe o que isto significa e aonde vai dar. RENAN e qualquer outro senador tinha direito de ter seus direitos preservados sob pena de nulidade do processo. Quem disse que os 35 em voto aberto não mudariam de opinião sob o olhar de seus pares e do acusado?Democracia é voto da maioria, este sítio vê todos os dias um enxame de comentários cobrando isenção da mídia e não vê nisto uma demonstração de que nossa mídia deva mudar, MAS, milhares de e-mails PEDINDO A CONDENAÇÃO DE RENAN são válidos, podem ser de uma só pessoa, podem ser de um grupinho, podem ser de jornalistas que não têm mais a decencia de serem democráticos. Se a oposição partir para o TUDO OU NADA deve estar preparada para o TUDO OU NADA, e não está. Tem muita gente nos 2 lados que supera RENAN.

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