Sábado, 25 de Maio de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1038
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ENTRE ASPAS >

O Estado de S. Paulo

15/08/2006 na edição 394

ELEIÇÕES 2006
Dora Kramer

Retrato fiel

‘Irretocáveis os entrevistadores do Jornal Nacional. Conseguiram fazer ao presidente da República as perguntas relativas ao universo de problemas enfrentados por ele – a corrupção de costumes em seu governo e partido – sem agressividade nem impertinências desnecessárias. Não caíram, pois, na armadilha de tentar igualar o tom usado com Alckmin – bem mais incisivo – só para simular independência.

Marcaram esse atributo abordando os temas pertinentes à realidade do candidato à reeleição que, por si só, já eram suficientemente constrangedores. Roubalheira não é assunto fácil em conversa alguma, ainda mais no ambiente da residência oficial e em se tratando de um presidente e todo o ritual institucional que cerca o cargo.

Já o presidente Luiz Inácio da Silva, no papel de candidato saiu-se como pôde, com as tergiversações de sempre e em acordo ao que lhe foi indicado por seus assessores de comunicação e propaganda.

Ninguém poderia esperar que Lula fizesse como candidato em disputa por mais um mandato o que não fez como presidente: uma afirmação contundente de repúdio aos companheiros malfeitores e autocrítica por ter se cercado de gente não confiável.

Os assessores ensinaram ao presidente que deveria assumir ‘total responsabilidade’ sobre os erros cometidos por ‘qualquer funcionário’ do governo. Mas não lhe disseram que ao continuar dizendo que nunca soube nem poderia saber de nada do que era feito por gente com quem mantinha relações políticas há 30 anos, a alegada ‘responsabilidade’ não soaria convincente. E, de fato, não soou.

Como presidente, e ali só o fato de a entrevista ser realizada no Palácio da Alvorada impunha a evidência dessa condição, faltou compromisso com o posto. Tentou falsear a história – ou assumiu que antes falseou -, dizendo ter demitido subordinados a quem na época homenageou com a demissão ‘a pedido’ (Waldomiro Diniz incluído) e mostrou não conhecer seu país ao errar dados simples como a extensão das fronteiras brasileiras.

Não houve revelações e sim confirmações.

Para usar expressão cara ao presidente, sejamos francos: se ele não sabe o tamanho do país que governa nem o que se passa na Casa Civil e no Ministério da Fazenda, o que sabe mesmo o presidente?’

Luciana Nunes Leal e Vera Rosa

Derrapada no ‘JN’ põe Lula ainda mais longe de debates

‘Se já era pouco provável a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos debates das TVs, após suas derrapadas em entrevista ao Jornal Nacional da Rede Globo, na quinta-feira, as chances ficaram ainda menores. Lula deverá manter apenas a agenda de entrevistas individuais a rádios e TVs – e mesmo assim sua preparação para esse tipo de programa vai mudar.

Embora em público os petistas do comando da campanha pela reeleição elogiem a atuação do presidente no JN, reservadamente alguns coordenadores fazem críticas. ‘Lula foi preparado como se fosse para a guerra e se comportou assim o tempo todo; não teve o espírito desarmado que costuma ter nessas situações’, disse um dirigente do PT.

A preparação do presidente foi feita pelo publicitário João Santana, que, segundo dirigentes do PT, gostou ‘sinceramente’ de seu desempenho.

Pesquisas qualitativas do PT indicaram que o eleitorado das classes D e E, em que Lula tem os maiores porcentuais de intenção de voto, foi o que mais aprovou seu desempenho. Os eleitores das classes A e B foram mais críticos e os que mais perceberam os momentos em que ele se atrapalhou. Na entrevista, Lula se confundiu e falou em ‘combate à ética’. Disse também que, em seu governo, ‘a única coisa que cai é o salário’, corrigindo em seguida para ‘juros e inflação’. A entrevista de pouco mais de 11 minutos foi toda centrada nos escândalos de corrupção que abalaram o governo no ano passado.

‘Não foi um desastre, mas foi empate’, comentou um petista, para quem o presidente desperdiçou a chance de falar para uma grande audiência em um momento de fragilidade do adversário tucano, Geraldo Alckmin, em queda nas pesquisas. ‘O adversário estava no canto do ringue e a gente, batendo. Só faltava o nocaute. Agora, deixamos de bater e levamos uma.’’

Silvia Amorim

Presidente estava tenso, alfineta Dirceu

‘O ex-ministro da Casa Civil e deputado cassado José Dirceu evitou polemizar ontem em seu blog na internet a entrevista do presidente Lula ao Jornal Nacional e as declarações sobre sua demissão, mas foi crítico ao comentar o desempenho de Lula em frente às câmeras. ‘A primeira imagem que ficou é de um presidente muito tenso. Trocou várias palavras, ética por corrupção, milhares por milhões e salário por inflação.’ E concluiu: ‘A questão é saber se Lula conseguirá ter uma performance que lhe assegure a vitória no primeiro turno. A entrevista mostra que é preciso melhorar.’

Os comentários sobre a participação de Lula no telejornal foram os primeiros registrados no blog de Dirceu ontem. Estavam no ar no início da manhã. Em nota intitulada ‘No presidencialismo, quem decide é o presidente’, o ex-ministro começa dizendo que não entraria na discussão sobre sua demissão, mas entrega-se à polêmica e diz que as duas versões apresentadas por Lula sobre sua saída do cargo são verdadeiras. ‘Discutimos a situação e chegamos à conclusão de que o caminho era meu afastamento. Mas, como é óbvio, no presidencialismo quem decide é o presidente da República, e a decisão do presidente foi pelo afastamento. Foi o que fiz, pedi afastamento.’

Na entrevista, Lula afirmou pela primeira vez que havia demitido Dirceu – até então, a versão era que Dirceu deixara o cargo por iniciativa própria.

Segundo o ex-ministro, denunciado como líder da organização criminosa – nas palavras da Procuradoria-Geral da República – que operava o mensalão, a demissão foi uma saída encontrada por Lula para enfrentar a crise, evitando um ‘confronto com as forças que apostaram na calúnia, na conspiração e no golpismo’.’



PCC EM AÇÃO
O Estado de S. Paulo

Imprensa européia dá espaço para os ataques

‘Os atentados do PCC em São Paulo ganharam destaque na imprensa européia.

Reportagem do site do jornal britânico Financial Times afirma que os paulistanos se preparam para enfrentar novamente a violência das gangues em função do indulto do Dia dos Pais. Afirmando que o PCC nasceu como um ‘sindicato de presos’ e se desenvolveu até se tornar uma ‘poderosa organização criminosa’, a reportagem dá destaque ao efeito negativo que a onda de violência poderá ter na candidatura do tucano Geraldo Alckmin à Presidência da República. ‘O momento escolhido (para os ataques) não poderia ser mais embaraçoso para o governo estadual.’ O texto também aborda a recusa do governador Cláudio Lembo em aceitar o Exército para combater a violência, o que segundo o FT foi uma medida ‘impopular’. ‘Mas aceitar a proposta seria admitir que o problema não poderia ser resolvido sem ajuda federal – o que seria prejudicial principalmente neste momento, em que Alckmin disputa a eleição com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.’

Outro jornal britânico, o The Guardian, relata a crise num artigo: ‘Indústria do crime responsabilizada por seis mortes em São Paulo’. O Libération e o Le Matin, da França, também divulgam os números da violência. E o espanhol El Mundo trouxe o assunto sob o título: ‘São Paulo outra vez sob a ameaça de grupos mafiosos’.’



TELEVISÃO
Keila Jimenez

Guerra por espaço

‘A Globo está com overbooking de projetos para sua programação de fim de ano. Conhecida por sua grade engessada – que não comporta grandes mudanças – autores e diretores vêem nas brechas de fim de ano na grade da rede a única oportunidade de lançar novas idéias.

Até o mês passado, cerca de cem novos projetos foram parar na mesa do diretor da Globo Mário Lúcio Vaz, todos de olho nos especiais de fim de ano. O problema é que com exceção dos já conhecidos especiais de Roberto Carlos, Xuxa e edições de Natal e A no Novo de Vídeo Show e afins, sobra pouco espaço para tanta demanda. Algo entre 6 e 8 programas novos devem ter um lugar ao sol no fim de ano da Globo.

Entre as novidades que concorrem a vaga está Armação Remix, reedição do sucesso Armação Ilimitada, proposto por Antônio Calmon.

Os especiais de fim de ano de 2005, Os Amadores, Quem Vai Ficar com Mário e Toma lá, Dá cá, também estão no páreo. Entre eles, o com maior chance de emplacar é o infantil Clara e o Chuveiro do Tempo, que deve começar a ser produzido no próximo mês. Os eleitos devem receber o OK da Globo nos próximos dias.

O produtor Olivier Anquier

Olivier Anquier decidiu produzir seu quadro Diário do Olivier para o Domingo Espetacular, da Rede Record. Amanhã irá ao ar o primeiro programa com produção do próprio chef. Na estréia da nova fase, o francês mostrará como fazer paçoca.

entre-linhas

Sobre o processo administrativo que envolve Cobras & Lagartos no Ministério da Justiça, a Globo informa que não só respondeu a todas as notificações do MJ, como já fez as adequações necessárias à classificação livre.

Não é só aqui que o nome de Rodrigo Santoro aparece mais do que cotado para o elenco do Lost em 2007. A imprensa americana dá como certa a entrada do rapaz na série.

A MTV estréia na segunda-feira Bioclipe, um programa que traça um panorama da produção de videoclipes no Brasil. Nele, diretores como André Abujamra, Andrucha Waddingto e Johnny Araújo, diretores de videoclipes premiados na emissora, terão seus perfis traçados.

Confundidas na vida real, as atrizes Fernanda Freitas e Déborah Secco resolveram aproveitar a semelhança física na telinha. Serão irmãs em Pé na Jaca, próxima trama das 7 da Globo.

E por falar em Globo, a rede já está produzindo o show do Brazilian Day, que será no dia 3 de setembro, em Nova York, com exibição no dia 10. Fernanda Lima e André Marques comandarão a festa.

O SBT Brasil, noticiário ancorado por Ana Paula Padrão,completa 1 ano no ar na terça-feira. Para comemorar exibirá uma série de reportagens especiais. A primeira série será sobre o futuro do meio ambiente no Brasil e no mundo.’



******************

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Retrato fiel

‘Irretocáveis os entrevistadores do Jornal Nacional. Conseguiram fazer ao presidente da República as perguntas relativas ao universo de problemas enfrentados por ele – a corrupção de costumes em seu governo e partido – sem agressividade nem impertinências desnecessárias. Não caíram, pois, na armadilha de tentar igualar o tom usado com Alckmin – bem mais incisivo – só para simular independência.

Marcaram esse atributo abordando os temas pertinentes à realidade do candidato à reeleição que, por si só, já eram suficientemente constrangedores. Roubalheira não é assunto fácil em conversa alguma, ainda mais no ambiente da residência oficial e em se tratando de um presidente e todo o ritual institucional que cerca o cargo.

Já o presidente Luiz Inácio da Silva, no papel de candidato saiu-se como pôde, com as tergiversações de sempre e em acordo ao que lhe foi indicado por seus assessores de comunicação e propaganda.

Ninguém poderia esperar que Lula fizesse como candidato em disputa por mais um mandato o que não fez como presidente: uma afirmação contundente de repúdio aos companheiros malfeitores e autocrítica por ter se cercado de gente não confiável.

Os assessores ensinaram ao presidente que deveria assumir ‘total responsabilidade’ sobre os erros cometidos por ‘qualquer funcionário’ do governo. Mas não lhe disseram que ao continuar dizendo que nunca soube nem poderia saber de nada do que era feito por gente com quem mantinha relações políticas há 30 anos, a alegada ‘responsabilidade’ não soaria convincente. E, de fato, não soou.

Como presidente, e ali só o fato de a entrevista ser realizada no Palácio da Alvorada impunha a evidência dessa condição, faltou compromisso com o posto. Tentou falsear a história – ou assumiu que antes falseou -, dizendo ter demitido subordinados a quem na época homenageou com a demissão ‘a pedido’ (Waldomiro Diniz incluído) e mostrou não conhecer seu país ao errar dados simples como a extensão das fronteiras brasileiras.

Não houve revelações e sim confirmações.

Para usar expressão cara ao presidente, sejamos francos: se ele não sabe o tamanho do país que governa nem o que se passa na Casa Civil e no Ministério da Fazenda, o que sabe mesmo o presidente?’

Luciana Nunes Leal e Vera Rosa

Derrapada no ‘JN’ põe Lula ainda mais longe de debates

‘Se já era pouco provável a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos debates das TVs, após suas derrapadas em entrevista ao Jornal Nacional da Rede Globo, na quinta-feira, as chances ficaram ainda menores. Lula deverá manter apenas a agenda de entrevistas individuais a rádios e TVs – e mesmo assim sua preparação para esse tipo de programa vai mudar.

Embora em público os petistas do comando da campanha pela reeleição elogiem a atuação do presidente no JN, reservadamente alguns coordenadores fazem críticas. ‘Lula foi preparado como se fosse para a guerra e se comportou assim o tempo todo; não teve o espírito desarmado que costuma ter nessas situações’, disse um dirigente do PT.

A preparação do presidente foi feita pelo publicitário João Santana, que, segundo dirigentes do PT, gostou ‘sinceramente’ de seu desempenho.

Pesquisas qualitativas do PT indicaram que o eleitorado das classes D e E, em que Lula tem os maiores porcentuais de intenção de voto, foi o que mais aprovou seu desempenho. Os eleitores das classes A e B foram mais críticos e os que mais perceberam os momentos em que ele se atrapalhou. Na entrevista, Lula se confundiu e falou em ‘combate à ética’. Disse também que, em seu governo, ‘a única coisa que cai é o salário’, corrigindo em seguida para ‘juros e inflação’. A entrevista de pouco mais de 11 minutos foi toda centrada nos escândalos de corrupção que abalaram o governo no ano passado.

‘Não foi um desastre, mas foi empate’, comentou um petista, para quem o presidente desperdiçou a chance de falar para uma grande audiência em um momento de fragilidade do adversário tucano, Geraldo Alckmin, em queda nas pesquisas. ‘O adversário estava no canto do ringue e a gente, batendo. Só faltava o nocaute. Agora, deixamos de bater e levamos uma.’’

Silvia Amorim

Presidente estava tenso, alfineta Dirceu

‘O ex-ministro da Casa Civil e deputado cassado José Dirceu evitou polemizar ontem em seu blog na internet a entrevista do presidente Lula ao Jornal Nacional e as declarações sobre sua demissão, mas foi crítico ao comentar o desempenho de Lula em frente às câmeras. ‘A primeira imagem que ficou é de um presidente muito tenso. Trocou várias palavras, ética por corrupção, milhares por milhões e salário por inflação.’ E concluiu: ‘A questão é saber se Lula conseguirá ter uma performance que lhe assegure a vitória no primeiro turno. A entrevista mostra que é preciso melhorar.’

Os comentários sobre a participação de Lula no telejornal foram os primeiros registrados no blog de Dirceu ontem. Estavam no ar no início da manhã. Em nota intitulada ‘No presidencialismo, quem decide é o presidente’, o ex-ministro começa dizendo que não entraria na discussão sobre sua demissão, mas entrega-se à polêmica e diz que as duas versões apresentadas por Lula sobre sua saída do cargo são verdadeiras. ‘Discutimos a situação e chegamos à conclusão de que o caminho era meu afastamento. Mas, como é óbvio, no presidencialismo quem decide é o presidente da República, e a decisão do presidente foi pelo afastamento. Foi o que fiz, pedi afastamento.’

Na entrevista, Lula afirmou pela primeira vez que havia demitido Dirceu – até então, a versão era que Dirceu deixara o cargo por iniciativa própria.

Segundo o ex-ministro, denunciado como líder da organização criminosa – nas palavras da Procuradoria-Geral da República – que operava o mensalão, a demissão foi uma saída encontrada por Lula para enfrentar a crise, evitando um ‘confronto com as forças que apostaram na calúnia, na conspiração e no golpismo’.’



PCC EM AÇÃO
O Estado de S. Paulo

Imprensa européia dá espaço para os ataques

‘Os atentados do PCC em São Paulo ganharam destaque na imprensa européia.

Reportagem do site do jornal britânico Financial Times afirma que os paulistanos se preparam para enfrentar novamente a violência das gangues em função do indulto do Dia dos Pais. Afirmando que o PCC nasceu como um ‘sindicato de presos’ e se desenvolveu até se tornar uma ‘poderosa organização criminosa’, a reportagem dá destaque ao efeito negativo que a onda de violência poderá ter na candidatura do tucano Geraldo Alckmin à Presidência da República. ‘O momento escolhido (para os ataques) não poderia ser mais embaraçoso para o governo estadual.’ O texto também aborda a recusa do governador Cláudio Lembo em aceitar o Exército para combater a violência, o que segundo o FT foi uma medida ‘impopular’. ‘Mas aceitar a proposta seria admitir que o problema não poderia ser resolvido sem ajuda federal – o que seria prejudicial principalmente neste momento, em que Alckmin disputa a eleição com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.’

Outro jornal britânico, o The Guardian, relata a crise num artigo: ‘Indústria do crime responsabilizada por seis mortes em São Paulo’. O Libération e o Le Matin, da França, também divulgam os números da violência. E o espanhol El Mundo trouxe o assunto sob o título: ‘São Paulo outra vez sob a ameaça de grupos mafiosos’.’



TELEVISÃO
Keila Jimenez

Guerra por espaço

‘A Globo está com overbooking de projetos para sua programação de fim de ano. Conhecida por sua grade engessada – que não comporta grandes mudanças – autores e diretores vêem nas brechas de fim de ano na grade da rede a única oportunidade de lançar novas idéias.

Até o mês passado, cerca de cem novos projetos foram parar na mesa do diretor da Globo Mário Lúcio Vaz, todos de olho nos especiais de fim de ano. O problema é que com exceção dos já conhecidos especiais de Roberto Carlos, Xuxa e edições de Natal e A no Novo de Vídeo Show e afins, sobra pouco espaço para tanta demanda. Algo entre 6 e 8 programas novos devem ter um lugar ao sol no fim de ano da Globo.

Entre as novidades que concorrem a vaga está Armação Remix, reedição do sucesso Armação Ilimitada, proposto por Antônio Calmon.

Os especiais de fim de ano de 2005, Os Amadores, Quem Vai Ficar com Mário e Toma lá, Dá cá, também estão no páreo. Entre eles, o com maior chance de emplacar é o infantil Clara e o Chuveiro do Tempo, que deve começar a ser produzido no próximo mês. Os eleitos devem receber o OK da Globo nos próximos dias.

O produtor Olivier Anquier

Olivier Anquier decidiu produzir seu quadro Diário do Olivier para o Domingo Espetacular, da Rede Record. Amanhã irá ao ar o primeiro programa com produção do próprio chef. Na estréia da nova fase, o francês mostrará como fazer paçoca.

entre-linhas

Sobre o processo administrativo que envolve Cobras & Lagartos no Ministério da Justiça, a Globo informa que não só respondeu a todas as notificações do MJ, como já fez as adequações necessárias à classificação livre.

Não é só aqui que o nome de Rodrigo Santoro aparece mais do que cotado para o elenco do Lost em 2007. A imprensa americana dá como certa a entrada do rapaz na série.

A MTV estréia na segunda-feira Bioclipe, um programa que traça um panorama da produção de videoclipes no Brasil. Nele, diretores como André Abujamra, Andrucha Waddingto e Johnny Araújo, diretores de videoclipes premiados na emissora, terão seus perfis traçados.

Confundidas na vida real, as atrizes Fernanda Freitas e Déborah Secco resolveram aproveitar a semelhança física na telinha. Serão irmãs em Pé na Jaca, próxima trama das 7 da Globo.

E por falar em Globo, a rede já está produzindo o show do Brazilian Day, que será no dia 3 de setembro, em Nova York, com exibição no dia 10. Fernanda Lima e André Marques comandarão a festa.

O SBT Brasil, noticiário ancorado por Ana Paula Padrão,completa 1 ano no ar na terça-feira. Para comemorar exibirá uma série de reportagens especiais. A primeira série será sobre o futuro do meio ambiente no Brasil e no mundo.’



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