Sexta-feira, 25 de Maio de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº988
Menu

VOZ DOS OUVIDORES > O POVO

Paulo Rogério

09/10/2012 na edição 715
“Pesquisas polêmicas”, copyright O Povo, Fortaleza (CE), 7/10/2012

“O problema com a pesquisa é que ela lhe diz o que as pessoas estavam pensando ontem, não amanhã” – Bernard Loomis, empresário

“Pesquisas eleitorais têm efeito curioso: as pessoas só acreditam quando números são favoráveis. Se o resultado é diferente, questiona-se de tudo, inclusive o portador – no caso, o jornal. A última semana antes da votação foi marcada pela reclamação de leitores diante dos anúncios com as pesquisas do Interior. Ticiany Ângelo criticou a publicação, no dia 4, de duas pesquisas com resultados diferentes para uma mesma cidade: Bela Cruz. Daniele faz critica parecida em relação a Cascavel. Já Fernando Aragão questiona a idoneidade dos institutos.

Ótima oportunidade para esclarecer o fato. O que o jornal faz é comercializar o espaço. Não entra na seara política de quem está certo ou o questionamento de dados. Essas pesquisas saíram no formato de anúncios. Todas têm cercadura que as diferenciam do material editorial. As mais recentes, inclusive, avisam ser informe publicitário. Há uma enorme legislação definida pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Uma das obrigações é o registro dessas pesquisas conforma consta nos anúncios.

Segundo o advogado Mauro Sales, assessor jurídico do jornal, foram exigidos vários critérios – CNPJ, Razão Social, certificados, etc – para a publicação dessas pesquisas, mesmo sendo pagas. 'Somente seis institutos foram cadastrados.

Dezenas de outras pesquisas foram barradas no período'. Mesmo com todo cuidado ainda houve 'escorregões'. Falhas como a publicação de anúncios com a foto do primeiro colocado ou sem o nome do realizador. Agora, se a bronca é com o resultado da pesquisa ou da credibilidade do instituto, cabe aos partidos reclamarem no TRE que é quem pode investigar, analisar e punir. Ou não.

Miss Confusão

Quem não acompanhou a escolha da Miss Brasil pela TV, na expectativa de se informar pelo jornal acabou vítima de uma grande confusão. O jornal conseguiu, em uma cobertura simples, fria até, confundir tudo. O leitor Márcio Silva, da Aldeota, definiu a edição como 'Lamentável, sob todos os aspectos'. Ele disse que só soube quem venceu depois de consultar outros veículos de comunicação. Ele tem razão. O jornal fez uma trapalhada e em três editorias da edição de segunda-feira, mostrou erros. Em Brasil, uma Breve – descontextualizada já que era um fato local – informa que o concurso foi no Centro de Convenções. Errado. Foi no Centro de Eventos do Ceará.

O pior é na página seguinte, no Vida & arte Especial. Enquanto o texto informar que a vencedora é a gaúcha Gabriela Markus, a legenda e o abre indicam algo impossível: o bicampeonato de Priscila Machado, a Miss Brasil 2011. A capa do jornal acompanhou o erro. Mas não ficou só nisso. A trapalhada continuou na troca de posições entre a potiguar Kelly Fonseca, segunda colocada,e a mineira Thiesa Sickert, terceira. E olha que houve muito tempo para conferir dados – o concurso foi no sábado e a matéria editada domingo.

Prestação de contas

O terceiro trimestre de atividades do ombudsman em 2012, o penúltimo deste mandato, foi concluído no último dia 2 com o registro de 166 atendimentos, sendo 97 deles por telefone. No balanço anterior o total foi de 167 atendimentos. O número de Erramos publicados também foi próximo:147 contra 148 anteriormente. No primeiro balanço foram 112, o que dá um total de 407 correções até agora.

FOMOS BEM

VEREADORES

Caderno Câmara ao mostrar aos leitores a produção – pífia – dos nossos parlamentares

FOMOS MAL

INVASÕES

Série mostrou invasões como moeda de campanha mas não deu nome de ninguém”

Todos os comentários

x

Indique a um amigo

Este é um espaço para você indicar conteúdo do site aos seus amigos.

O Campos com * são obrigatórios.

Seus dados

Dados do amigo (1)

Dados do amigo (2)

Mensagem