Quarta-feira, 22 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº967

VOZ DOS OUVIDORES > FOLHA DE S.PAULO

Crítica interna

Por Marcelo Beraba em 02/11/2004 na edição 301

"1/11/04


A Folha tentou dar, no título da capa, uma dimensão nacional aos resultados de ontem das urnas: ‘Serra é eleito em São Paulo; PT perde nas maiores cidades’.


O ‘Estado’ e o ‘Globo’ preferiram destacar os resultados locais. Manchete do ‘Estado’: ‘Serra é o novo prefeito de SP’. Do ‘Globo’, com letras que costumamos chamar de ‘garrafais’: ‘Derrotas em Campos e Nova Iguaçu encolhem Garotinho’.


No ‘Estado’, as derrotas do PT estão diluídas, não aparecem consolidadas na primeira página. O ‘Globo’ tem uma segunda manchete, com corpo menor e abaixo da dobra: ‘Fracasso em SP e no Sul abala o PT’. O jornal do Rio começou a rodar com uma manchete mais ‘nacional’, ‘Derrotas em SP e Porto Alegre ofuscam o crescimento do PT’, mas trocou pelo enfoque local.


Outras manchetes com os resultados eleitorais:


‘Valor’: ‘Oposição herda 74% das dívidas’.


‘Diário de S. Paulo’: ‘Serra prefeito’.


‘JB’: ‘PSDB vence confronto com PT’.


‘Extra’: ‘Comeram o Pudim do Garotinho’.


‘Correio Braziliense’: ‘Segundo turno reprova administrações petistas’.


‘Zero Hora’: ‘PT perde em Porto Alegre, Pelotas e Caxias – Fogaça é o prefeito’.


‘A Tarde’ (oposição a ACM): ‘Maior vitória no Brasil’.


‘Correio da Bahia’ (do ACM): ‘PT derrotado no país’.


Entrevista


Também não entendi o que aconteceu com a entrevista de domingo do presidente do PT, José Genoíno. O jornal publica carta dele no ‘Painel do Leitor’ de hoje (A3), mas não esclarece o que houve.


Genoíno tem razão quando escreve que a sua entrevista, contraponto à entrevista publicada domingo com Fernando Henrique Cardoso (‘Pra FHC, vitória dará presença nacional a Serra’), não circulou em algumas edições da Folha. Mas, diferentemente do que informa o petista na carta, a Edição SP que recebi trouxe as duas entrevistas; já os exemplares da Edição Nacional que chegaram no Rio, na minha casa e na Sucursal da Folha, só traziam a entrevista com Fernando Henrique Cardoso.


Mas isso é o de menos. A entrevista do Genoíno, conforme ele informa na carta, foi dada na véspera. Havia tempo, portanto, para publicá-la, junto com a de Fernando Henrique Cardoso, nas duas edições do jornal. Ao não fazê-lo, o jornal ignorou o seu ‘Manual’ e prejudicou o PT. E não consigo entender por que o jornal já não tornou público, no ‘Painel do Leitor’ de hoje, através de nota da Redação, o que aconteceu neste caso.


Embora o missivista conclua a carta dizendo que aguarda um posicionamento do jornal através do ombudsman, a quem enviou a correspondência, se o jornal se sentiu na obrigação de publicá-la poderia ter poupado tempo e encaminhado a resposta publicamente.


Variedade


O jornal está bem servido, com vasto material sobre as eleições municipais brasileiras, sobre a eleição nos Estados Unidos e sobre celebridades e futilidades (casamento de Angélica e Luciano Huck). E ainda tem Larry Rohter.


‘Eleições 2004’


A cobertura está boa. Está extensa (mesmo tamanho do ‘Estado’), com informações sobre todos os resultados, análises, entrevistas e projeções. Entre os três grandes jornais, o ‘Globo’ destoa, na cobertura dos resultados no Estado do Rio, com uma linguagem própria de jornal popular: ‘Derrotas (…) encolhem Garotinho’, ‘Garotinho fica ainda menor’, ‘(…) Garotinho caiu do berço que o embalou durante 18 anos’.


A Folha mostrou agilidade ao já trazer, na Edição SP, o ‘Raio X do voto em São Paulo’ (‘Marta só vence tucano nas franjas da cidade’, Esp. 2), com o resultado do segundo turno por zona eleitoral e uma análise da distribuição dos votos.


Um ponto alto da cobertura é a página que aponta os principais problemas que o novo prefeito enfrentará assim que tomar posse, ‘Dívida de R$ 27,6 bi é a grande preocupação’ (pág. 8). A arte, no entanto, teria ficado melhor se trouxesse com destaque e objetividade as promessas feitas por Serra durante a campanha para que o leitor possa acompanhar a gestão e cobrar. Como está, com texto corrido e analítico, repete um pouco o texto principal e não facilita a prestação de serviço. Embora informe que ‘a campanha de Serra foi marcada pela falta de promessas objetivas’, a reportagem cita várias que poderiam estar destacadas na arte. No item ‘Saúde’, por exemplo, não fica claro qual a promessa de Serra. O jornal prestará um grande serviço aos seus leitores se publicar, de forma objetiva, as principais promessas de campanha. É um caminho para ajudar na fiscalização da gestão e na educação política do eleitorado.


Outro ponto positivo é a consolidação dos resultados das 26 capitais e das 96 maiores cidades, e a evolução de votos por partidos (pág. 11).


Acho que está errada a nota do ‘Tiroteio’ (‘Painel’, pág. A2) da Edição Nacional: o primeiro prefeito do ciclo histórico do PT em Porto Alegre foi Olívio Dutra, e não Raul Pont, certo? Foi mudada na Edição SP.


Uruguai


O resultado das eleições municipais brasileiras e a expectativa em torno da eleição nos EUA acabaram por prejudicar a cobertura da eleição uruguaia. Pela novidade e pelo fato de o jornal ter feito o esforço de enviar uma jornalista para Montevidéu, a cobertura merecia mais espaço para o factual e para análises.


26/10/2004


É fraca, distante e imprecisa a manchete de hoje da Folha, ‘EUA esperam recorde de eleitores’. Se a uma semana das eleições o jornal considera que uma estimativa de eleitores inscritos, não de resultado, justifica um título em seis colunas, imagino como noticiará, a partir de agora, os fatos relevantes das eleições no ‘Império’. A capa do jornal –manchete, foto e os dois artigos assinados– não escondem a simpatia do jornal pela candidatura de John Kerry.


O ‘Estado’ deu manchete tímida, quatro linhas em duas colunas à esquerda da capa, para um escândalo que já repercute na eleição norte-americana:


‘Somem 380 toneladas de explosivo no Iraque’. O material estava sob a guarda dos EUA.


O ‘Globo’ valoriza a repercussão da série de reportagens que fez durante a campanha eleitoral: ‘Patrimônio de 155 políticos do Rio vai ser investigado’. A investigação inclui o deputado federal acusado de tentar extorquir um empresário do jogo.


‘Valor’ destaca a formação da maior companhia siderúrgica do mundo, a Mittal Steel Company, de capital indiano, e a repercussão no Brasil:


‘Fusões globais ameaçam siderúrgicas brasileiras’.


‘O Dia’ tem manchete forte: ‘Perícia revela: Cássia Eller foi vítima de erro médico’. A confirmar.


Eleições no ‘Império’


A edição da Folha de hoje é nitidamente simpática à candidatura do democrata John Kerry. É quase uma torcida, seja na capa do jornal, seja nas duas páginas de ‘Mundo’. Alguns observadores e alguns poucos leitores já chamaram a atenção para este posicionamento pró-Kerry (ou anti-Bush) na imprensa brasileira. Hoje, é inequívoco.


O título da primeira página do jornal (‘EUA esperam recorde de eleitores’) ainda se esforça para dar uma solenidade jornalística a uma reportagem que projeta várias hipóteses para o dia da eleição. Mas o título interno para a mesma reportagem , na página A11, já não consegue esconder a ‘torcida’: ‘Kerry torce por comparecimento em massa’. A Folha também.


Não é possível que o jornal não tivesse conseguido obter ontem, e publicado no ‘Multimídia’ (A10), um único exemplo de jornal endossando a candidatura Bush. São dois jornais pró-Kerry e um neutro. Não seria difícil encontrar um pró-Bush nas páginas do Editor & Publisher, que faz o acompanhamento diário.


A torcida não é exclusividade da Folha. Os outros jornais brasileiros também parecem envolvidos pela campanha de Kerry. O ‘Globo’ também. Mas, pelo menos o jornal do Rio publica um ‘Placar do dia’ com as últimas pesquisas. As de hoje mostram Bush na frente em duas (CNN/Gallup e Reuters/Zogby) e um empate (‘Washington Post’). Não chega a ser um ‘outro lado’, mas pelo menos o leitor tem uma informação sem emoção da campanha.


O problema da torcida é que esconde ou distorce as informações e cria expectativas no leitor. Se Bush vencer, vai ser difícil depois explicar o que aconteceu.


Eleições no Brasil


Toda eleição no Brasil é marcada pelo uso abusivo das máquinas e recursos públicos e pelo jogo sujo. Esta, no entanto, segundo vários observadores, está se mostrando mais suja do que qualquer outra, com um jogo mais pesado do que o normal, e com o uso de programas governamentais sem qualquer escrúpulo.


O jornal vem tratando disso de forma esporádica, pontual, um caso aqui e outro ali.


Acho que estes casos merecem um acompanhamento diário, e alguma forma de amarração para que o leitor tenha idéia do que de fato vem acontecendo Brasil afora.


O jornal relata hoje, na Edição Nacional, casos em Porto Alegre, Sorocaba e Florianópolis. Sorocaba sumiu na Edição SP, e as outras duas cidades foram reduzidas a pequenas notas.


O que está acontecendo no Estado do Rio, principalmente em Campos e nos municípios da Baixada Fluminense, está passando despercebido. O jornal fez algumas reportagens, mas os fatos são diários e vão num crescendo na medida em que o dia da votação se aproxima. A coluna do Merval Pereira de hoje faz referência também a Goiânia.


Para a informação do leitor e para a educação cívica do país, o acompanhamento destes escândalos é mais importante do que o jogo de apoios partidários.


A Justiça afastou ontem, pela segunda vez, o prefeito de Campos. A Folha sequer registra. O ‘Estado’ já tem repórter na cidade, onde os Garotinhos jogam tudo para não perder a eleição.


Detalhe: redundância no título da pág. A7 da Edição SP: ‘PSDB fará campanha para que o eleitor vote antes de ir viajar’. Acho que é um vício de linguagem.


Basta ‘antes de viajar’, não?


Namorada


Alguns problemas na reportagem ‘Namorada de Suplicy provoca crise na campanha de Marta’, pág A4 de ‘Eleições 2004’.


Segundo o texto, ‘lembrando que Mônica é jornalista, um integrante do comando da campanha (…) acusa a namorada de Suplicy de prejudicar intencionalmente a candidata’. Não entendi a relação entre jornalista e a intenção de prejudicar a candidata. Todo jornalista tenta prejudicar a campanha da Marta? O jornal endossa, neste caso, um comentário em off.


A Mônica Dallari não deveria ter sido ouvida nesta matéria em que todo o PT a acusa de prejudicar a candidatura da Marta intencionalmente e de que foi manipulada pelo senador Suplicy?


Caso Herzog e arquivos


A Folha parece mais preocupada em provar que as fotos não eram de Herzog do que cobrir os desdobramentos do caso. E o desdobramento mais importante não é a opinião de um perito da Polícia Federal a partir de ‘análise preliminar’ (‘Para perito da Polícia Federal, foto não é do jornalista Vladimir Herzog’, pág. A9). O mais importante agora é a discussão sobre os arquivos da ditadura.


Segundo o ‘Estado’, que dedica duas páginas ao assunto, o PT levou ontem para o presidente Lula um dossiê sobre o Araguaia.


Há uma discussão dentro do governo sobre o decreto 4.533, que trata do acesso a documentos e arquivos públicos, que o jornal não está acompanhando.


Lembro que a Folha publicou a primeira reportagem sobre o decreto e que vinha mostrando, sozinha, os absurdos decorrentes da nova legislação.


Agora que o debate se expandiu, o jornal perde a dianteira.


Maluf


O ‘Estado’ está mais bem informado que a Folha, hoje, sobre o caso Maluf.


O jornal antecipa o laudo do Ministério Público sobre as finanças da família e noticia que o ex-prefeito aceita depor na Suíça.


‘Cotidiano’


O ‘Globo’ tem um caso interessante: um menino de sete anos responde a acusação formal de agressão por ter brigado com uma colega de escola, em Petrópolis. A denúncia foi feita na delegacia e o garoto vai ter de se apresentar à Promotoria da Infância e da Juventude.


Aviso


Participarei, de amanhã até sexta-feira, de um seminário sobre ombudsman em Lima, Peru, organizado pela Universidad de Piura. Por esta razão não haverá Crítica Interna nestes dias.


25/10/2004


A Folha abre espaço no alto de sua capa de domingo para a ‘Revista’, a estréia de novas colunas, uma reportagem de comportamento (‘Sexo não satisfaz os jovens, diz pesquisa’) e o caderno especial sobre os Estados Unidos, ‘Império’. Enfrenta, assim, a reforma gráfica do concorrente.


‘Veja’ veio com dois destaques que pautaram os jornais: a entrevista com Mônica Dallari (‘Favre perde para Eduardo em tudo’), namorada de Eduardo Suplicy; e novas denúncias de chantagens (‘Fitas da CPI: o achaque a Carlinhos Cachoeira’).


As manchetes de domingo:


Folha: ‘Devedores da União vão pagar reforma de palácio’.


‘Estado’: ‘Primeiro Emprego fracassa’.


‘Globo’: ‘Justiça veta ações clientelistas na eleição de Campos’.


‘Veja’: ‘O enigma Da Vinci – Descobertas recentes decifram os mistérios da vida do homem mais inteligente que já existiu’.


‘IstoÉ’: ‘Pedofilia – O Brasil ocupa um vergonhoso quarto lugar no ranking mundial da pornografia infantil’.


‘Época’: ‘Limites da vaidade’.

As manchetes de segunda-feira da Folha e do ‘Estado’ divergem.


Folha: ‘Viegas confirma abertura de arquivos’.


‘Estado’: ‘Lula: arquivos militares devem ficar trancados’.


Manchete do ‘Globo’: ‘Câmara vai investigar deputado do PMDB do Rio’.


No Rio e em São Paulo, os arrastões:


‘Bando faz arrastão na frente do Playcenter’ (manchete do ‘Diário de S. Paulo’) e ‘Bando saqueia casas e lojas e leva terror a três bairros da Zona Norte’ (manchete do ‘Extra’).


Pós-reforma


Folha e ‘Estado’ se enfrentam no tamanho dos jornais que oferecem a seus leitores. A Folha, que tinha saído de 172 páginas no domingo anterior à reforma gráfica do ‘Estado’, pulou para 264 no domingo passado e ontem circulou com 270.


O ‘Estado’ tinha 164 páginas, passou para 272 no domingo da reforma e circulou ontem com 256.


É a concorrência reacendida.


Escândalos


Além do escândalo noticiado pela ‘Veja’ (deputados da CPI da Loterj do Rio), que os jornais já estão repercutindo desde domingo, há dois outros, revelados pela coluna do Elio Gaspari, que merecem igual atenção. Segundo Gaspari (‘As empresas tomam carteiradas amplas e irrestritas’), um empresário foi procurado em curto espaço para dar grana para um projeto da embaixada do Brasil em Washington e para outro projeto da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados. Nos dois casos se pedia grana oficialmente. O texto traz o nome do conselheiro e dos deputados pidões. O que o Itamaraty e a Câmara dos Deputados têm a dizer?


Caso Herzog e arquivos


A Folha traz hoje entrevistas com os ministros José Viegas e José Dirceu. Ambos tratam da abertura dos arquivos do período da ditadura militar e do decreto do ‘sigilo eterno’: ‘Viegas quer abrir arquivo sem reabrir feridas’ e ‘Abertura ainda não está na agenda do governo, diz Dirceu’.


Mas o ‘Estado’ e o ‘Correio Braziliense’ trazem a informação de que o presidente foi mais claro que seus ministros: ‘Lula vai a festa de militares e diz que não quer abrir arquivos secretos’ (‘Estado’). Os dois jornais recuperaram com detalhes as conversas trocadas ao longo da madrugada, na festa da Aeronáutica. O ‘Estado’ reconstitui a animação da festa com informações que a Folha não tem.


‘Estado’ e ‘Correio Braziliense’ estiveram com o padre d´Astous no Canadá e mantêm o suspense em relação à foto do homem nu com relógio. O padre só se reconhece na foto em que aparece ao lado de uma mulher, que identifica como a religiosa.


Entrevistas


Há um excesso, no caderno ‘Brasil’ de hoje. Além da tradicional ‘Entrevista da 2ª’ (Scott Turow), o jornal tem mais três, com os dois vices à Prefeitura de São Paulo e o ministro da Defesa.


Espaço


O jornal noticia hoje com atraso a reabertura da base de Alcântara para o primeiro lançamento de foguete desde o acidente de agosto do ano passado. O ‘Estado’, por exemplo, noticia o lançamento, ocorrido às 13h30 de sábado, na edição de domingo, inclusive na edição que circulou no Rio.


Economia e investimentos


Folha e ‘Estado’ circulam hoje com cadernos especiais sobre a nova conta-investimento, lançada dia 1º. O do ‘Estado’ me pareceu mais planejado, está mais robusto (14 páginas contra 8 da Folha) e tem mais anúncios de bancos (imagino que era o anunciante visado). Mas achei o que li na Folha mais jornalístico, com orientações claras para os investidores, a começar pelo título da capa, ‘Espere 2005 para rever as suas aplicações’.


A Folha jogou peso no caderno especial sobre a conta-investimento e seu caderno ‘Dinheiro’ minguou. Está apenas com quatro páginas, que somem diante do caderno do ‘Estado’ pós-reforma, ‘Economia & Negócios’, que circula com 14 páginas.


Como o jornal já tinha um caderno dedicado a investimentos, poderia ter escolhido outra capa para o seu caderno ‘Dinheiro’. A reportagem ‘Títulos do governo rendem mais que fundos’ deveria estar, por coerência, no ‘Folha Invest’. Como está, ficou excesso de reportagens sobre investimentos.


Noite do terror


Está confuso e mal escrito o texto da Edição Nacional que relata a confusão ocorrida na madrugada de sábado para domingo no Playcenter de São Paulo. O texto, por exemplo, fala em festa, em show e em shows, mas não informa de que festa ou show (ou shows) se trata.


‘Cotidiano’


Segundo o ‘Estado’, Fernandinho Beira-Mar deve ser transferido para Cuiabá.


‘Esporte’


Na nota ‘Clássico tem 2 gols contra’ (pág. D8), não dá para saber de que time o Criciúma ganhou. A não ser que se conheça os escudos dos dois times, ou se busque o resultado no placar da pág. D9.


Bateu, levou


Segundo a coluna ‘Mônica Bergamo’, o governo Lula estaria abafando a repercussão do veto presidencial ao projeto de lei que previa o direito da mulher de abandonar o lar em caso de violência. Segundo a nota, o governo evita o alarde para não prejudicar as campanhas do PT. Não fica claro o motivo do veto. E se é isso mesmo, é assunto para ter continuação."

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