Quarta-feira, 26 de Junho de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1043
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VOZ DOS OUVIDORES >

Crítica interna

Por Marcelo Beraba em 27/12/2006 na edição 413

"22/12/06

O caos e o desrespeito nos aeroportos:

Folha – ‘Governo culpa empresas pelos atrasos nos vôos’.

‘Estado’ – ‘Lula culpa empresas aéreas pelo apagão’.

‘Globo’ – ‘Autoridades se acusam e o caos aéreo só aumenta’.

É um exagero a Folha destacar na Primeira Página que ‘Novo marido de Suzana Vieira é preso com outra mulher em motel’. É notícia velha e foge do perfil do jornal. Além disso, a reportagem interna não acrescenta nada ao que os jornais de ontem já tinham publicado. Se o jornal considera o assunto tão importante a ponto de chamar na capa, deveria ter pelo menos trazido informações novas.

Incentivos

O jornal não explicou ontem nem hoje por que a Câmara dos Deputados ignorou o acordo entre os ministérios da Cultura e dos Esportes e derrubou as emendas do Senado, aprovando um texto da Lei do Esporte que contraria os interesses da área de cultura.

A reportagem ‘Governo vai rever Lei do Esporte para evitar choque com cultura’ (A3) informa que ‘dentro do MinC não havia até o fechamento desta edição uma avaliação consensual sobre as razões que determinaram a quebra do acordo’. E a apuração da própria Folha? O jornal não acompanhou a votação? Se sim, deve saber o que aconteceu e deveria ter reportado. Se não, já teve tempo para reconstituir a sessão e informar a seus leitores o que fez os deputados atropelarem o acordo referendado no Senado. O produtor cinematográfico Luiz Carlos Barreto levanta algumas ‘hipóteses’ para explicar a votação da Câmara. Mas, são hipóteses. Cabe ao jornal contar o que de fato ocorreu e os bastidores da decisão dos deputados federais.

Além disso, nenhuma das quatro reportagens que compõem a cobertura relembra o teor do acordo firmado entre as áreas de esportes e cultura para evitar a perda de verbas para a área cultural. Os textos se referem a um acordo, a mudanças negociadas e fazem outras referências vagas. A falta de memória prejudicou a compreensão da cobertura.

Salário mínimo

O ‘Estado’ não acreditou muito na versão do governo, bem aceita pela Folha no texto ‘Mínimo de R$ 380 foi `acerto pós-eleitoral`‘ (A9), de que a própria equipe econômica já trabalhava como o valor de R$ 380 para o salário mínimo. O ‘Estado’ mantém a interpretação de que a equipe econômica foi derrotada: ‘Lula minimiza derrota de Mantega’.

21/12/06

Na Folha, o aumento do salário mínimo substituiu, na manchete, o destaque que o jornal vinha dando para o supersalário dos congressistas: ‘Salário mínimo vai subir para R$ 380’. O ‘Estado’ registra o recuo do Congresso: ‘Acuado, Congresso adia decisão sobre aumento’. E o ‘Globo’ volta aos aeroportos: ‘Caos anunciado chega a aeroportos antes do Natal’.

A informação de que a Assembléia Legislativa de SP está prestes a votar o aumento do salário do governador do Estado para R$ 21 mil (A9) deveria ter ajudado a compor a chamada na Primeira Página que trata da aprovação, pela Assembléia Legislativa do Mato Grosso do Sul, da pensão vitalícia para o governador daquele Estado (Zeca do PT). São casos igualmente escandalosos. O jornal olha pouco para São Paulo.

O ‘Valor’ destaca na Primeira Página reportagem feita em Assunção que apresenta um candidato forte à Presidência, um bispo católico de esquerda, Monsenhor Fernando Lugo: ‘Bispo lidera esquerda no Paraguai’.

PT e PMDB

A Folha informa (‘PT propõe pacto com PMDB na Câmara’, A7 da Ed. Nac. e A8 da Ed. SP) que o pretexto da carta de Marco Aurélio Garcia e Arlindo Chinaglia a Michel Temer é ‘parabenizar o PT por seus 40 anos, completados no último dia 12’. Deve ter confundido com o MDB/PMDB.

A reportagem ‘PP ouve de Lula que será tratado como o PT’ (A8) informa que a ex-prefeita Marta Suplicy foi ‘aliada de Lula no segundo turno’. Não consta que ela não tenha sido aliada também no primeiro turno. O que mudou no segundo turno foi o comando da campanha de Lula em São Paulo, assumido pela ex-prefeita.

Meios

Segundo o ‘Estado’, a Comissão de Ciência, Tecnologia e Comunicação da Câmara ‘rejeitou ontem 83 pedidos de renovação e concessão de novas outorgas de rádio e TV’. Ainda de acordo com o jornal, é a primeira vez que ocorre uma rejeição em bloco. Os pedidos serão agora analisados pelo plenário da Câmara. Não vi na Folha.

O ‘Estado’ informa também que a Petrobrás cogita entrar com uma ação na Justiça contra a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) para garantir a licitação para a contratação de agências de publicidade. Também não vi na Folha.

Polícia

Está errado o título da página C5 da Edição Nacional de ‘Cotidiano’ – ‘União suspeita de desvio de R$ 18 milhões dados à polícia do RJ’. O valor é de R$ 1,8 milhão.

20/12/06

Os principais jornais mantiveram o foco nos supersalários dos congressistas:

Folha – ‘STF obriga Congresso a votar aumento’.

‘Estado’ – ‘STF anula supersalários e Congresso revê aumento’.

‘Globo’ – ‘STF veta R$ 24.500 e agora Congresso tenta R$ 16.500’.

‘Correio Braziliense’ – ‘Superaumento – Imoral, ilegal e só vale se for no voto’.

Supersalários

É muita bondade ou ingenuidade do jornal chamar de ‘Trapalhada’ a decisão tomada semana passada pelas Mesas da Câmara e do Senado de aumentar os salários dos congressistas em 91% (infográfico ‘Aumento salarial barrado no STF’, A5).

Meio ambiente

Está incompreensível a nota ‘PF prende suspeito de corte de madeira’ na página A13 da Edição Nacional. O que é ‘área de pesquisa da cidade’?

Sem-teto

Não consegui entender o critério jornalístico que fez o jornal mudar a capa da Edição São Paulo de ‘Cotidiano’. O estudo da Unicef que aponta 33 escolas públicas como modelos a serem seguidos (‘Ensino público tem 33 escolas modelo’, capa da Edição Nacional) é muito mais importante, sob qualquer ponto de vista, do que a história do prédio da área nobre dos Jardins ocupado, com a autorização do proprietário, por pobres (‘Sem-teto é usado para forçar venda nos Jardins, diz vizinho’). É um assunto privado que mereceria no máximo algum registro no jornal, por causa da queixa na polícia, mas não uma primeira página de caderno. É a minha opinião, claro.

Há uma impropriedade (sem trocadilho) na reportagem. Como o próprio texto informa, uma das moradoras do prédio tinha antes residência em Itaquera. Não pode ser chamada, portanto, de sem-teto.

A história do prédio da Oscar Freire mereceu muito mais espaço do que o incêndio que destruiu 200 barracos e deixou cerca de mil desabrigados (segundo o ‘Estado’) numa favela em Santos (texto-legenda na página C3 da Edição SP).

São Paulo

O secretário estadual mais polêmico da gestão que agora termina, o de Segurança Pública, deixa o governo paulista e o fato merece apenas uma nota na Folha (‘Saulo de Castro deixa a secretaria após cinco anos’, C3 da Ed. SP).

Segundo o registro do jornal, ele deixou a secretaria às 16h20 e entrou em férias. Dava tempo, portanto, para o jornal produzir um bom balanço do que foi a sua gestão e alguma repercussão.

A Folha registra que ‘Câmara aprova Orçamento de 2007 para SP’ (C7 da Ed. SP), mas não informa sequer o valor do Orçamento aprovado. Eis um assunto árido, mas que o jornal deveria mostrar como é importante para paulistano. A nota não faz referência a valores nem a prioridades. É apenas um registro formal (e incompleto) da aprovação.

Futebol/Resposta

Recebi, via Secretaria de Redação, a seguinte resposta do editor de Esporte, José Henrique Mariante, ao comentário que fiz ontem a propósito do resultado final da eleição do melhor jogador de futebol pela Fifa:

‘Sobre o comentário do Ombudsman na crítica interna de hoje (19/12), Esporte argumenta:

Se a apuração da Folha fosse uma mera aposta, ao primeiro sinal de dúvida o mais lógico seria mudar essa aposta. No entanto, era uma apuração e, sendo uma apuração, foi mantida apesar de tendência contrária apontada por veículos da Europa na noite de domingo. Esta foi acrescentada ao texto e à lupa na Edição SP para dar espaço ao contraditório. Alterar todo o noticiário a partir dessa tendência seria, aí sim, apostar. Em outras palavras, tomamos um furo.

Episódios como esse comprovam a importância do enviado especial. In loco, a chance da Folha seria outra. Teríamos, no mínimo, mais condições de checar a nova tendência, como aconteceu, por exemplo, com o UOL, que tinha um profissional em Zurique’.

Estou de acordo com um ponto da argumentação: melhor teria sido se o jornal tivesse enviado um jornalista para a cobertura. Mas, ao não fazê-lo, deveria ter sido cauteloso. E, se não foi uma aposta – e não tenho por que duvidar do editor -, deveria reavaliar suas fontes na Fifa que o induziram ao erro de informação.

19/12/06

Folha e ‘Estado’ permanecem firmes no destaque do escândalo dos supersalários dos congressistas. O ‘Estado’ parece mais otimista em relação a uma reversão. O ‘Globo’ destaca o escândalo na polícia do Rio.

Folha – ‘Cúpula do Congresso ignora pressões e mantém os 91%’.

‘Estado’ – ‘Pressão sobre o Congresso já ameaça supersalários’.

‘Globo’ – ‘Governo sabia há 2 anos do envolvimento de Álvaro Lins’.

Ontem, a Folha fez uma aposta e errou: ‘Apesar disso, a Fifa deve anunciá-lo [Ronaldinho] hoje como melhor do mundo pelo terceiro ano consecutivo’. Este foi o texto na Primeira Página. Internamente, o jornal foi ainda mais incisivo: ‘Mais do que um concorrente [ao prêmio de melhor jogador do ano], o brasileiro é o virtual ganhador’. Embora tenha citado o jornal ‘Marca’, da Espanha, que havia garantido que Ronaldinho ganharia o título, e a rádio ‘Cadena Ser’, que informava que o jogador italiano Cannavaro seria o vencedor, a redação feita pela Folha na capa do jornal e internamente dava a entender que o jornal se baseava em informação própria e que não tinha dúvidas de que Ronaldinho ganharia o prêmio. A linha fina sob o título interno foi na mesma direção: ‘Um dia após a derrota no Japão, jogador deve receber, pela 3ª. Vez consecutiva, prêmio de melhor do mundo da entidade’.

Como se viu, o jornal estava mal informado e fez uma aposta, que deu errado. Acho que deveria publicar uma correção. Além do reconhecimento do erro, é uma forma de o jornal sinalizar que jornalismo não é aposta.

O ‘Dicionário de 2006’ de Maria Inês Doici (C2) merecia uma chamada na Primeira Página.

Supersalários

O ‘Globo’, o ‘Estado’ e vários jornais trouxeram a foto do senhor que se acorrentou a uma pilastra do Senado para protestar contra os supersalários dos congressistas. É uma das imagens de ontem, mas a Folha não publicou.

O infográfico ‘Para barrar o aumento salarial’ (A4) deixou de fora, na parte que trata das ações no Judiciário, a ação popular, recurso usado por Fábio Konder Comparato (A6).

São Paulo

Segundo o ‘Estado’, o governador eleito José Serra criará 141 cargos de confiança para estruturar três novas secretarias. O custo calculado pelo jornal das novas contratações é de R$ 4,5 milhões ao ano. A Folha já defendeu em editorial ‘a redução significativa dos cargos de confiança na administração federal’ (12/11). Imagino que a defesa se estenda às administrações estaduais.

Segundo o ‘Estado’, o governo de São Paulo já tem 15.436 cargos de confiança.

Jornalista

A Folha informou que o jornalista José Messias Xavier, acusado pelo Ministério Público de receber dinheiro de uma organização criminosa e demitido ontem da TV Globo, produziu 52 reportagens assinadas para a Folha em 2005, sendo que duas delas envolviam Fernando Iggnácio (capa da Edição Nacional e C6 da Ed. SP). O jornal anunciou que ‘irá investigar toda a produção do jornalista entre junho e outubro de 2005, período em que manteve com ele um contrato temporário, e tornará pública correções que se mostrem necessárias’.

Excelente iniciativa. Deve ser feita com cuidado mas o mais rapidamente possível.

Protestos

A Folha dá mais espaço para as agressões sofridas pela imprensa do que as que sofreram os manifestantes que protestavam, diante da Prefeitura de São Paulo, contra o reajuste nos ônibus (‘Estudantes tentam invadir prefeitura’, C5 na Ed. SP).

18/12/06

O aumento salarial autoconcedido pelos congressistas se mantém no topo dos escândalos dos últimos dias e ainda é o assunto mais destacado pelos principais jornais, embora nem sempre tenha sido manchete.

Folha: ‘Deputados de 19 Estados também terão aumento’ (sábado), ‘Lula é o presidente mais bem avaliado, mas esperança cai’ (domingo) e ‘Congressistas vão à Justiça contra 91% de aumento’ (hoje).

‘Estado’ – ‘Deputados de 25 Estados também se dão aumento’ (sáb.), ‘Reajuste estoura teto de 25% dos parlamentares’ (dom.) e ‘Projeto vai tentar barrar supersalários’ (hoje).

Embora venha acompanhando bem o aumento dos deputados e senadores, o ‘Globo’ destaca, desde sábado, as operações da Polícia Federal que levaram à prisão de dezenas de policiais do Rio envolvidos com tráfico de drogas e as máfias dos caça-níqueis. A Folha registrou as prisões nas capas de sábado e de domingo, mas hoje já esqueceu o caso, até mesmo na Edição Nacional. É o maior caso de prisões de policiais no Rio, um Estado que provavelmente deve deter o recorde de policiais acusados de envolvimento com crimes. Um dos acusados investigados foi o segundo homem da estrutura policial do Rio nos últimos sete anos. Além disso, pela primeira vez uma operação desta resulta em acusação contra um jornalista, que estaria envolvido, segundo a PF, com o crime. Não há justificativa jornalística para o jornal deixar de dar visibilidade para o caso na Primeira Página. Este não é um assunto local, tem interesse nacional.

As manchetes do ‘Globo’: ‘PF prende 78 PMs e caça auxiliares de Álvaro Lins’ (sáb.), ‘PF fecha bingos e apreende 6 mil caça-níqueis no Rio’ (dom.) e ‘PF: policiais de Lins protegiam as duas máfias de caça-níqueis’ (hoje).

Trabalho digno

A Folha publica, pela segunda vez e agora na Primeira Página de domingo, um informe publicitário que condena as ‘relações de trabalho disfarçadas que retiram a dignidade do trabalhador’ – como as práticas irregulares de cooperativas fornecedores de mão-de-obra, a contratação de pessoas jurídicas (PJs) e a utilização ilegal de estágios. O anúncio informa apenas que é publicado em decorrência de acordo judicial. Pela importância do assunto que trata, pela atenção que provoca e pelo inusitado de sair publicado na Primeira Página do jornal sem identificação da empresa punida, o jornal deveria dar aos seus leitores alguma informação a mais e aproveitar o ‘gancho’ para uma reportagem sobre o problema.

Gol 1907

A entrevista exclusiva com os pilotos do Legacy, nos Estados Unidos, publicada pela Folha ontem (‘Americanos que pilotavam Legacy negam falha no rádio’), coroa uma cobertura que tem o mérito, entre outros, de não ter negligenciado o acompanhamento das investigações do acidente e de suas conseqüências no caos aéreo. Destaco porque é muito freqüente os jornais (inclusive a Folha) abandonarem no meio do caminho assuntos importantes que exigem acompanhamento ininterrupto. No caso do acidente e do caos aéreo, é evidente (e bem sucedido) o esforço do jornal para superar as deficiências de conhecimento técnico e a falta de fontes primárias.

Concentração

É muito importante a reportagem ‘Verba federal para Record cresce sob Lula’ (A9) porque comprova, mais uma vez, o alto índice de concentração publicitária nos meios de comunicação, principalmente nas TVs. Embora o destaque para a Record seja justificado por ser a maior novidade do levantamento e pelo aspecto político, o fenômeno mais importante continua a ser o percentual destinado à Rede Globo. O crescimento da Record e de outras emissoras é até desejável se queremos um modelo de comunicação mais equilibrado. De qualquer forma, o jornal está certo ao apontar os interesses políticos que estão por trás da distribuição das verbas públicas de publicidade, como no caso da Record.

É uma pena que a edição da página A9, cortada por um anúncio, não tenha permitido a elaboração de um único infográfico que juntasse as informações das verbas distribuídas com as de audiência para facilitar a comparação. As distorções ficariam mais evidentes.

Segundo o texto ‘Verba à Play TV caiu neste ano com `Lulinha`‘, na mesma página, com a entrada do filho do presidente na Play TV/Rede 21, ‘a expectativa do mercado publicitário era a de que as verbas de propaganda federal poderiam aumentar para esse canal’. Quando o mercado publicitário manifestou esta expectativa? Não seria da Folha esta expectativa?

Foz do Iguaçu

A reportagem ‘Xiitas da Tríplice Fronteira não falam sobre Hizbollah’ (A12) traz poucas novidades, destaca no subtítulo uma informação já conhecida – ‘EUA acusam membros da comunidade de financiar o grupo islâmico libanês’ – e não informa, por exemplo, como o próprio Brasil (Itamaraty, Polícia Federal, governo do Paraná, Prefeitura de Foz do Iguaçu, comunidade local) enxerga as acusações dos EUA e o comportamento da comunidade árabe.

Policiais

A cobertura jornalística da Folha misturou as duas operações da Polícia Federal no Rio – a que investiga o envolvimento de policiais e de um jornalista na máfia dos caça-níqueis e a que investiga o envolvimento de policiais com o narcotráfico em favelas. Embora ambas tenham os policiais e a cúpula da polícia do Rio como alvo, são operações com origem em investigações diferentes e crimes distintos. É melhor, portanto, para a compreensão do leitor e da própria apuração jornalística, que sejam tratadas separadamente. Como a tendência é concentrar a atenção no caso do ex-Chefe da Polícia Civil, o caso dos mais de 400 policiais suspeitos de envolvimento com o narcotráfico ficará esquecido.

Checagem

O jornal vem identificando o deputado Chico Alencar como do PT (A4 de hoje e A9 de sábado). Ele é do PSOL.

Talvez esteja errado o número publicado pelo jornal para mostrar como a Prefeitura de Belo Horizonte está com a cabeça no século 21 (‘Fora de SP, `PT vitorioso` já articula alianças para a sucessão de Lula’, A6 de hoje). Segundo o texto, ‘quase 170 belo-horizontinos votaram na internet para decidir como a prefeitura vai investir R$ 20,2 milhões em nove obras, a partir de 2007’. Só 170?"

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