Quarta-feira, 22 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº967

ENTRE ASPAS > SEXTA-FEIRA, 5/2

Disputa presidencial começa a ganhar forma

Por Leticia Nunes (seleção de textos) em 05/02/2010 na edição 575


Leia abaixo a seleção de sexta-feira para a seção Entre Aspas.


 


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O Estado de S. Paulo


Sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010


 


CAMPANHA


Roldão Arruda


Na TV, Marina põe foco na educação


‘A senadora acreana Marina Silva, pré-candidata do PV na corrida para a Presidência, não pretende ficar conhecida apenas como defensora do meio ambiente. No programa do partido em que foi oficialmente apresentada ao eleitorado, ontem à noite, ela se ocupou sobretudo da educação.


Segundo a pré-candidata, os presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva já deram grandes contribuições ao abrirem escolas e vagas para quase todas as crianças do País. Agora seria preciso melhorar a qualidade dessa rede. ‘O que vai mudar estruturalmente o País é a educação’, disse a senadora.


O programa, em rede nacional de TV, evidenciou a força de Marina no PV. A ex-petista e ex-integrante do ministério do presidente Lula, respeitada internacionalmente pela sua militância em defesa do meio ambiente, foi a estrela única dos dez minutos de apresentação.


O presidente do partido, José Luiz de França Penna, que normalmente se destaca nas exibições dos verdes, apareceu só uma vez e atrás de Marina, quase como figurante.


A rápida intervenção do deputado Fernando Gabeira, pré-candidato verde ao governo do Rio, foi para apresentar a senadora aos eleitores. Guilherme Leal, empresário do grupo Natura, escolhido por Marina para o cargo de vice na futura chapa do PV, também apareceu apenas para reforçar a ‘nova voz’ dos verdes (expressão enfatizada pelo locutor do programa).


Marina falou de Lula em três ocasiões, sempre de forma respeitosa, e disse que os dois mantêm relações de respeito e amizade há quase trinta anos. Indiretamente, porém, criticou a incapacidade do atual governo para entender que é possível fazer o País crescer economicamente sem por em risco a sustentabilidade ambiental.


A pré-candidata, que era católica e hoje faz parte da Assembleia de Deus, a maior igreja pentecostal do País, também mencionou sua fé, dizendo que ainda jovem aprendeu que ‘uma das formas de amar a Deus e amor ao próximo era lutar por um mundo melhor’.’


 


 


Daniel Bramatti


Para ‘The Economist’, tucano precisa começar logo a fazer campanha


‘‘Serra precisa sair em campanha e começar a louvar seus próprios méritos se quiser evitar ser lembrado como o melhor presidente que o Brasil jamais teve.’ Assim a revista britânica The Economist conclui texto sobre o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), citado na edição desta semana como ‘forte candidato’ a suceder o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


A reportagem – em tom opinativo e não assinada, conforme o padrão da revista – destaca que, após passar mais de um ano na liderança folgada das pesquisas, Serra viu cair sua vantagem em relação à ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, enquanto Lula, ‘ainda imensamente popular após sete anos no cargo’, se dedica ‘energicamente a fazer campanha por sua candidata’.


A revista afirma que o pré-candidato tucano tem uma ‘trajetória impressionante como acadêmico, ministro e governador’, mas também o apresenta como ‘um personagem curioso’. ‘Um amigo disse que ele anunciou que seria presidente do Brasil quando tinha apenas 17 anos. Colegas o descrevem como um teimoso e notívago control freak’ – a gíria norte-americana se aplica a quem procura exercer controle sobre diversas situações e pessoas.


Para a Economist, Serra terá como trunfo na campanha os investimentos realizados em estradas e no metrô da capital, em contraste com ‘os projetos anunciados pelo governo federal há três anos, muitos dos quais ainda não saíram do papel’. O texto ressalva, porém, que o tucano se tornou alvo de críticas por conta das enchentes que atingiram o Estado, causando cerca de 70 mortes.


A publicação, que defende o livre comércio e o livre mercado e se define como de ‘extremo centro’, vê semelhanças no ‘desenvolvimentismo’ pregado por Serra e Dilma. Aponta, no entanto, que o tucano parece mais inclinado a promover reformas para melhorar os serviços públicos e acelerar o crescimento da economia.


A Economist diz que a pré-candidata petista é ‘ainda menos carismática’ que o rival, o que abriria espaço para Serra voltar a subir nas pesquisas. Mas adverte que o ‘exuberante sistema partidário brasileiro’, no qual os candidatos precisam costurar amplas coalizões, ‘é duro com aqueles cujo trem perde impulso’.’


 


 


TELEVISÃO


Keila Jimenez


Reprise dá mais ibope


‘Parâmetro certeiro para se saber se uma novela vai mal: a reprise do Vale a Pena Ver de Novo dá mais audiência que ela. Na quarta-feira, segundo medição de audiência em São Paulo, Cama de Gato, trama das 6 da Globo, registrou média de 20 pontos. Tempos Modernos, na sequência, não refrescou as coisas. O folhetim das 7 da Globo alcançou anteontem 20,6 pontos de ibope.


Chuva, alagamentos, caos na cidade… Motivos para a perda de público não faltam. Mas não deixa de ser estranho que quem está em casa prefere ver uma novela velha: a reprise de Alma Gêmea (2005), na mesma quarta-feira, registrou 22 pontos de audiência.


Se comparadas a suas antecessoras no horário, o cenário não é dos melhores. A média de audiência de 105 capítulos exibidos de Cama de Gato é de 23, 6 pontos. Na mesma somatória, Paraíso, de Benedito Ruy Barbosa, chega a 24, 4 pontos.


Com Tempos Modernos, a diferença é ainda maior. Sua antecessora, Caras & Bocas, registrou em seus primeiros 21 capítulos média de 27,4 pontos. A trama de Bosco Brasil, que ainda patina em audiência, tem média de 23,5 pontos no mesmo período.’


 


 


Entrelinhas


‘O BBB 10 registrou em seu primeiro mês no ar, janeiro, a venda de 150 mil assinaturas de pay-per-view. O BBB 9, no total, teve 225 mil assinaturas.


Empresários de atores andam indignados com um diretor da Record que resolveu negociar diretamente com os artistas – e passou a seus subordinados ordens do gênero – pulando etapas. Retaliação à vista.


Todas as emissoras perderam audiência em janeiro, segunda medição nacional do Ibope. A Globo fechou o mês com média de 18,3 pontos, ante 18,9 pontos de janeiro de 2009. Record caiu de 7 para 6,4 pontos. E SBT, de 5,9 para 5,5 pontos.


A ESPN exibe no domingo, às 20 horas, a 44.ª Edição do Super Bowl, o maior evento esportivo dos Estados Unidos.


O que esperar de um reality show de Jean-Claude Van Damme? O ator registrará o dia a dia de seus treinamentos para uma luta de verdade. Sim, ele pretende bater – ou apanhar – em um combate com um lutador profissional.


Os cassetas estão voltando hoje ao batente na Globo.


O Pânico já voltou, tanto é que Vesgo e Silvio gravaram esta semana no Nordeste. O programa retorna inédito na Rede TV! logo após o carnaval.


Em boa fase, Bela, a Feia, registrou anteontem média de 14 pontos na Record.’


 


 


 


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Folha de S. Paulo


Sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010


 


TELEVISÃO


Laura Mattos e Clarice Cardoso


Computador retoca favela da novela da Globo


‘A diferença é muito clara, especialmente em televisores mais modernos: a imagem da favela em ‘Viver a Vida’ é completamente diferente da dos outros locais mostrados pela trama, como as cenas de estúdios ou as externas em Búzios e em bairros ricos do Rio.


Diretor da novela das oito da Globo, Jayme Monjardim afirmou à Folha que realmente trata a favela de forma diferente do resto dos cenários.


Após gravar cenas no morro Dona Marta (zona sul do Rio), ele usa um programa de computador para conseguir efeitos que aproximam as imagens do cinema. É o software Base light, também utilizado para rejuvenescer atores e atrizes (elimina até rugas) e inclusive para diferenciar a pele dos gêmeos Jorge e Miguel (Mateus Solano).


‘Damos um tratamento mais frio, com imagem mais azulada, o que aproxima do real. É uma forma de valorizar o fato de estarmos em uma favela real’, afirma Monjardim.


Além disso, no computador, o diretor muda a velocidade das cenas, deixando-as com ritmo mais lento, semelhante ao do cinema. A técnica é cortar fotogramas. ‘Na TV, usamos uns 29 fotogramas [quadros] por segundo. No cinema, são 24. Deixo imagens da favela com uns 27 fotogramas’, diz.


Ele não acha que a semelhança com o cinema glamouriza a favela e diz querer que o público sinta a diferença. ‘Tento demonstrar conceitualmente o que sinto no morro, essa diferença de ambiente.’


SILVIO SANTOS VEM AÍ


Fãs de ‘Monk’ podem conferir hoje, na Record, o segundo episódio do quinto ano da série. É bom aproveitar: após exibir dois capítulos, a rede suspendeu a série por causa dos Jogos de Inverno de Vancouver.


SERÁ QUE VAI CHOVER…


Para transmitir em 14 de março a etapa brasileira da Fórmula Indy ‘em alta definição e para 200 países’, a Bandeirantes contará com 19 câmeras na pista, outras quatro nos carros e um helicóptero.


… EU NÃO SEI, NÃO, NÃO


Os canais Band e Bandsports e as rádios Bandeirantes e Bandnews FM participam da transmissão da prova, nos arredores do Anhembi e do Campo de Marte, em São Paulo, com cinco brasileiros.O contra toda Indy em SP é de cinco anos.


RAIOS E TROVÕES


O número de TVs ligados em São Paulo caiu anteontem, provavelmente em razão das chuvas, derrubando a audiência de todos os canais: no horário nobre, foi de 65% para 56%. A transmissão de dados do Ibope para as emissoras trabalhou com o número mínimo de domicílios (450, quando a amostra na Grande São Paulo é de 750), e chegou a ficar fora do ar.


A TAÇA É NOSSA


Uma equipe da CNN International chega ao Brasil para acompanhar o ‘tour’ do troféu da Copa do Mundo da Fifa, que fica de hoje até domingo no Rio de Janeiro. A emissora aproveita para fazer outras reportagens durante a estadia no país.’


 


 


TODA MÍDIA


Nelson de Sá


Pigs em pânico


‘O site do ‘Financial Times’, de Londres, avisou pela manhã, ‘Temor por débito soberano balança mercados’. E o ‘New York Times’ ecoou, à noite, ‘Caem as ações com temor por débito soberano’.


Por aqui também, entre outros, no portal Exame, ‘Bolsa cai com pânico sobre Pigs’, porcos em inglês. É o acrônimo sarcástico popularizado pelo ‘FT’, na crise global, para Portugal, Itália, Grécia e Espanha, de alto desemprego e economia enfraquecida.


Mas não foram só os Pigs. Também o desemprego dos EUA mostrou ‘alta inesperada’, no ‘FT’. E a Moody’s ‘avisou’ Washington sobre ‘temores com nota de crédito’, por causa do deficit.


‘El País’ e outros espanhóis, abaixo das manchetes de queda na Bolsa, destacavam o ‘Segundo melhor resultado da história do Santander’, sinal de robustez do banco. Foi a operação brasileira que serviu de ‘escudo’ à instituição, no enunciado do ‘FT’.


A DINÂMICA DA RIQUEZA


Mohamed El-Erian, presidente do Pimco, maior fundo de investimento do mundo, escreve no ‘China Daily’ alertando os investidores para ‘a atmosfera política tensa e cada vez mais polarizada em Washington’, impedindo ação institucional. Contrasta o quadro com ‘as mudanças no crescimento global e na dinâmica da riqueza -sobretudo porque economias emergentes sistemicamente importantes (como Brasil, China e Índia) alcançaram o estágio de intensificação de desenvolvimento’.


Sugere separar as ‘fantasias cíclicas’ do primeiro das ‘realidades estruturais’ dos segundos.


REPENSAR O FUTURO


A ‘Economist’ destacou na manchete on-line que o ‘Big Oil’, as grandes companhias de petróleo, ‘está sendo forçado a repensar seu futuro’. A Shell divulgou ontem resultados desastrosos em 2009. Sem ‘reservas sustentáveis’, já havia anunciado no dia anterior o investimento bilionário no ‘etanol de cana-de-açúcar’ do Brasil. Outras buscam alternativas em gás. Em suma, no título, ‘Para além daquela coisa preta’, o petróleo.


CHEIO E VAZIO


Na manchete do UOL, no meio do dia, com transmissão ao vivo, ‘Governo investiu 63% dos recursos do PAC’. No Terra, depois, ‘Governo terá que investir 36% do total previsto do PAC somente em 2010’.


Sobre sua ‘principal alavanca de campanha’, Dilma Rousseff ‘afirmou que 50% das ações estão concluídas; 44%, com andamento dentro do cronograma; 5%, em situação de atenção; e 1%, em estágio preocupante’.


PERMANENTE


O londrino ‘Independent’ publicou uma versão do discurso de Lula, em Davos, sob o título ‘Brasil ergue poder econômico tirando milhões da pobreza’. Em destaque, o desejo de ser ‘ator permanente na nova cena global’.


PÉSSIMO


Em evento em Nova York, via Bloomberg, o economista Armínio Fraga reclamou que os investidores ‘pensam que o Brasil é perfeito’. Diz que o país tem ‘sérias barreiras ao crescimento’ e cita a infraestrutura ‘péssima’.


PACIÊNCIA DEMAIS


Sob o título ‘Serra espera, com paciência um pouco excessiva, pela presidência’ e o subtítulo ‘O líder na disputa fez um trabalho decente no maior Estado, mas para seguir na frente precisa entrar em campanha’, a ‘Economist’ perfila o tucano como ‘desenvolvimentista, não muito distante de Ms. Rousseff, embora ele aparente, mais provavelmente, que vá fazer as reformas necessárias para melhorar o serviço público’.


Cita críticas às enchentes de ‘70 mortos’ e como ‘sua liderança murchou’. E avisa que ‘precisa começar a cantar seus louvores, se quiser evitar ser lembrado como o melhor presidente que o Brasil nunca teve’.


73 E SUBINDO


Band, Record, SBT voltaram a destacar as enchentes, em meio a enunciados on-line como ‘Menino de 11 anos desaparecido em enxurrada foi arrastado de dentro de casa’’


 


 


MÚSICA


Marcus Preto


Tempo perdido


‘O baú está fechado. É quase insignificante o número de álbuns históricos da música popular brasileira que, ainda inéditos em CD, chegarão legalmente às prateleiras das lojas no formato digital em 2010.


Das cinco gravadoras que detêm direitos sobre quase todos os fonogramas produzidos no Brasil no século 20 -Universal, EMI, Sony, Warner e Som Livre-, apenas uma, a Sony, tem projetos que envolvem recuperação do acervo analógico.


Nos outros quatro casos, álbuns ainda perdidos na era do LP continuarão assim -e por tempo indeterminado.


O que mais atravanca esses relançamentos, segundo as gravadoras, é a burocracia. Contratos muito antigos e defasados com os envolvidos nos respectivos álbuns fazem projetos se arrastarem por anos.


Mas a raiz do problema é mais profunda.


O mercado das reedições chegou ao ápice de produção e vendas entre 2002 e 2003, quando a pirataria já afetava grandes lançamentos (Ivete, Maria Rita, acústicos MTV), mas ainda não atingia o consumidor de catálogo.


Naquele momento, chegou a se tornar parte importante na receita das gravadoras. Hoje, com a difusão da troca de arquivos MP3 pela internet, seu consumidor se dissipou. E os investimento passou a não interessar mais aos departamentos comerciais das empresas.


‘A conta não fecha mais’, diz Alice Soares, gerente de marketing estratégico da Universal -empresa que comanda os acervos da Philips, da Polydor, da Polygram e da Elenco.


‘Com isso, o mais sensato agora é trabalhar para recolocar o catálogo que já está digitalizado -como fizemos recentemente com Jorge Ben Jor e pretendemos fazer neste ano com Tim Maia e Gal Costa.’


Alice conta que, nessa seara, as caixas que reúnem ‘obras completas’ de artistas ainda têm saída relativamente boa. Mas que o mercado não consome títulos avulsos. Exemplo: a Universal lançou recentemente, como experiência, títulos soltos da discografia de Elba Ramalho. O impacto sobre o consumidor foi quase nulo. ‘Não adianta querer botar um disco antigo na loja sem mote para isso, sem um conceito bem amarrado’, afirma Fernanda Brandt, coordenadora de marketing estratégico da Warner -que também detêm direitos sobre os teipes da Continental e da Chantecler.


‘Esses lançamentos não seguem mídia tradicional, não têm single, não têm rádio para tocar. Dependem exclusivamente da mídia impressa. Se lançados ‘soltos’, essa mídia não dá atenção. E eles encalham mesmo’, completa.


Mesmo a Sony -que têm os direitos sob os catálogos da BMG e da CBS e, indo contra a corrente, deve lançar neste ano uma série de CDs ainda inéditos no formato- toca o barco cheia de dúvidas.


‘Tudo o que era comercialmente oportuno já foi digitalizado no passado’, diz Marcus Fabrício, diretor de marketing e vendas da gravadora. ‘Os [álbuns] que ainda não saíram em CD são para um público bem mais segmentado.’


Segundo Fabrício, por questões industriais é preciso produzir pelo menos mil unidades de cada título que vá ser lançado. E não existe mais essa demanda para o produto.


Nos próximos meses, a Sony pretende trazer para o CD álbuns de Amelinha, Elba Ramalho, Dominguinhos, Sandra de Sá, Elza Soares e Walter Franco, entre outros.


Luiz Garcia, gerente de marketing estratégico da EMI -que possui o catálogo da Odeon-, diz que a empresa deve lançar, em 2010, apenas uma caixa com teipes garimpados em acervo analógico. Trata-se da obra completa da cantora e compositora Dolores Duran. O material, no entanto, já está pronto desde o ano passado.


‘Se fôssemos começar neste ano, talvez nem esse saísse’, diz. ‘O negócio é difícil. Fabricamos os mil CDs, mandamos 100 à imprensa, vendemos 200 ou 300. O resto fica parado no meu estoque. E, se não sai em dois anos, tenho que mandar quebrar. Não posso ficar pagando para guardar aquilo.’


Responsável por séries memoráveis de reedições nos últimos três anos, a Som Livre -dona também do acervo da RGE- é ainda mais radical.


‘Ainda não temos nenhum lançamento de catálogo planejado’, diz Leonardo Ganem, presidente da empresa. ‘É melhor concentrarmos nossos esforços em artistas novos.’


Os do passado esperam por melhores dias. No futuro.’


 


 


 


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